por Sylvio Micelli

Texto originalmente escrito para o Blog Canelada

O começo da semana corinthiana, pós eliminação na Libertadores e pós vitória contra o Palmeiras, girou em torno de três nomes: William, Liédson e Bruno Cesar.

Três notas curtas pouco maiores que uma twittada!

William Machado: foi o capitão do Corinthians até o final do Brasileiro do ano passado. Disse que se aposentaria do futebol e – não mais que de repente – volta ao Corinthians para ser gerente de futebol. Ele é mineiro, bom moço, amigo da galera… mas é o cara certo na hora errada. De duas uma: se ele já tinha isso em mente e se isso já havia sido acertado previamente, faltou transparência. E aí não é legal. Se o Andrés Sanchez despertou do desastre da Libertadores e tomou a decisão de supetão, foi um ato de desespero e, por si só, equivocado. William é “peixe” de Ronaldo, o que desperta ainda mais o diz-que-me-diz. Não achei legal.

Liédson: como já escrevi por aqui, leve, rápido e chutador inato, não será o salvador da Pátria, mas chega em boa hora. Será titular fácil, ainda que tenha de fazer dupla com Ronaldo.

Bruno César: “Boi-de-piranha”? “Bode expiatório?” Ronaldo mandou tirá-lo do time? Ele era o fominha da equipe? Ele brigou com o Tite e caiu em desgraça? Perguntas, perguntas, perguntas… A história é a seguinte: ninguém desaprende futebol. Ele pode estar passando por uma fase ruim, mas até aí, o time está um lixo. O Tite, que não entende lá muito de futebol, deixa o único cara que arma, fora do time… E aí fica difícil!

Aguardemos, pois. E às 10 da noite – o horário mais imbecil desde que Charles Miller trouxe o futebol para a Várzea do Carmo – parem as máquinas porque o Sport Club Corinthians Paulista entra em campo contra o querido Ituano Futebol Clube.