Arquivar para julho, 2011

ANSJ/Fenasj faz eleições e discute assuntos dos Servidores do Judiciário em São Paulo


Aconteceu, no último dia 22 de julho, uma reunião da Associação Nacional dos Servidores do Poder Judiciário (ANSJ) e da Federação Nacional dos Servidores do Poder Judiciário dos Estados e Distrito Federal (Fenasj). O evento, que foi realizado na sede da Associação dos Servidores do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (Assetj), contou com a presença de representantes de Servidores do Judiciário de São Paulo, Rio Grande do Sul e Espírito Santos e discutiu propostas conjuntas de trabalho a serem desenvolvidas nos próximos dois anos.

O presidente da Assetj e das duas entidades nacionais, José Gozze, iniciou os trabalhos com um breve relatório sobre o histórico da criação da Fenasj em 1996 e da ANSJ nove anos depois. Trouxe elementos políticos que ensejaram a criação das duas entidades. O 1º Vice-Presidente, Paulo Sebastião Gonçalves Olympio, do Rio Grande do Sul, também apresentou aos presentes dados históricos sobre a criação da ANSJ/Fenasj fazendo breve resumo do trabalho desenvolvido por ambas na luta para salvaguardar os direitos dos servidores do Judiciário de todo o País.

Em seguida, dentre os diversos itens de pauta, destaque para as discussões sobre Relatório de Atividades da Diretoria 2009/2011, Relatório Financeiro e Fiscal 2009/2011, apresentação do chat para reuniões online mensais da ANSJ/Fenasj, estudo sobre a Previdência no estado do Rio Grande Sul e discussões sobre as PECs 555 e 270, projetos de interesse do funcionalismo que estão em tramitação na Câmara dos Deputados, além de informes gerais e informes das entidades participantes.

No mesmo evento foram eleitas as direções da ANSJ e Fenasj para o biênio 2011/2013. A Assetj foi eleita para os seguinte cargos: José Gozze, presidente da Diretoria Executiva da Assetj, reeleito presidente, cumulativamente das duas entidades (ANSJ/Fenasj); Julio Bonafonte, reeleito, 2º Vice-Presidente, cumulativamente das duas entidades; Sylvio Micelli, reeleito diretor de Imprensa, cumulativamente das duas entidades.

Ainda na ANSJ, José João da Silva, presidente do Conselho Fiscal da Assetj foi eleito diretor de Pensionistas e o diretor Juvenal Fortes foi eleito Diretor Ouvidor. A diretora Roseli Aparecida da Silva foi eleita diretora regional Nordeste. A Assetj ainda tem, como membro do Conselho Fiscal da ANSJ, seu conselheiro José Carlos Galbiatti Costa.

Pela Fenasj, além dos cargos já elencados, a Assetj ficou com a suplência do Conselho Fiscal, por meio do diretor Juvenal Fortes.

A ANSJ/Fenasj participará das manifestações em 31 de agosto em defesa da aprovação das PEC 555 e 270.

Uma rodada muito estranha


por Sylvio Micelli

Texto originalmente escrito para o Blog Canelada

A décima segunda rodada do “endurão” brasileiro foi, de longe, a mais esquisita até aqui do campeonato. Teve de tudo: jogão de bola, gol sem querer, bola murcha; ou seja, o macaco que se cuide, porque a banana tá com fome!

Pois bem, vejamos!

Primeiro, que a rodada começou há 15 dias, quando o Internacional, para disputar a Copa Audi na Alemanha, antecipou o jogo contra o Corinthians. Líder, e até então invicto, o Timão venceu por 1 a 0, numa espécie de final antecipada do Brasileirão 2011. Um jogaço!

Na quarta-feira, deu de tudo.

O Avaí saiu na frente no Rio de Janeiro, mas o Botafogo virou, mesmo sem jogar um grande futebol. O time catarinense vai, cada vez mais, se enterrando.

O América Mineiro abriu o placar no Monumental Olímpico que viu o Grêmio empatar e andar de lado na competição.

O Atlético Mineiro venceu o Fluminense e conseguiu respirar um pouco longe da zona da degola.

O Atlético Goianiense, outro forte candidato ao rebaixamento, venceu o Cruzeiro embalado, na primeira derrota de Joel Santana.

O Palmeiras foi à Floripa vencer o Figueirense com um gol sem querer e entrou no G-4.

Flamengo e Santos merecem um nível melhor de detalhamento. Não é todo dia que são marcados nove gols num jogo, ainda mais no dito futebol moderno. O Santos faz 3 a 0 em 25 minutos, com direito a gol de placa de Neymar. O Flamengo empatou o jogo nos outros 20 minutos com direito a mais uma bobagem de Elano que “atrasou” um pênalti. Começou o segundo tempo e Neymar fez 4 a 3. Mas Ronaldo Gaúcho virou para 5 a 4. O resumo é mais ou menos assim: a defesa do Santos fez o que sempre faz. A do Flamengo também. Neymar jogou aquilo que ele negou na Copa América. Ganso não quer nada com nada e Ronaldinho resolveu se lembrar de que era Ronaldinho… Enfim, um duelo de dois gênios: um redivivo e outroem ascenção.

O resultado manteve o Mengo como único invicto na competição e deixou o Santos numa enganosa zona do rebaixamento com três jogos a menos.

São Paulo e Coritiba em campo. Os paulistas abriram 4 a 0. Trocaram a chuteira pelo salto. O Coxa chegou nos 4 a 3. E Lucas faz mais um belo gol para a sua coleção.

Mas a quinta-feira teria mais coisas estranhas.

São Januário, templo sagrado (abandonado) do futebol brasileiro. O Bahia faz 1 a 0 contra o Vasco aos quatro minutos de jogo. Os baianos precisavam da vitória para respirar longe da degola. Mas o Vasco empatou aos 49 do segundo tempo, quando até o goleiro Fernando Prass foi para a área adversária.

Para finalizar, o já condenadíssimo Atlético Paranaense abre o placar em Fortaleza. Mas o Ceará vira o jogo para deixar o Furacão na lanterna do campeonato.

Para quem gosta de números, a quantidade de gols de Santos 4 X 5 Flamengo foi igual a dos cinco jogos que os antecederam a saber: Corinthians 1 X 0 Internacional; Botafogo 2 X 1 Avaí; Grêmio 1 X 1 América-MG; Atlético-MG 1 X 0 Fluminense; Atlético-GO 2 X 0 Cruzeiro.

Haja emoção, amigos. E ainda faltam longas vinte e seis rodadas!

Muricy e a pergunta que não foi feita


por Sylvio Micelli

Texto originalmente escrito para o Blog Canelada

Sempre tive profundo respeito ao jogador Muricy, em que pese ter jogado no São Paulo Futebol Clube, um dos maiores adversários do meu Corinthians. Sempre tive profundo respeito ao técnico Muricy Ramalho e gostaria de vê-lo treinando o Corinthians, algo que é possível que ainda aconteça.

Entretanto, o Muricy tem sido um chato. Mais que isso: hipócrita. A grande pergunta que ainda não foi feita a ele e que eu, se tivesse oportunidade faria, é a seguinte: “Muricy: se fosse técnico da seleção você convocaria Neymar e Ganso?”

Certamente ou ele falaria a verdade, ou seja, convocaria, ou faria cara de paisagem.

Fica cada vez mais claro, e isso está se tornando irritante, que Muricy se arrepende amargamente de ter negado a seleção e agora se porta como um cara chato, querendo atrapalhar o trabalho alheio.

Acorda, Muricy! Parafraseando a música “Carolina” de Chico Buarque, “o tempo passou na janela e só Muricy não viu”.

A seleção brasileira, apesar de todos os pesares, é maior que você e o clube que você treina.

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