Category: Blog Canelada

Eliminação do Corinthians na Libertadores: a história que se repete 10

Eliminação do Corinthians na Libertadores: a história que se repete

Ouça a narração de José Silvério com reportagens de Leandro Quesada
e comentários de Mauro Beting (Grupo Bandeirantes de Rádio)

Santoya (65′)

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Medina (78′)

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por Sylvio Micelli

Texto originalmente escrito para o Blog Canelada

A maldição se repete. Jogando um futebol de péssima qualidade, perdido em campo e sem capacidade de reação, o Corinthians foi eliminado pelo Deportes Tolima da fase inicial da Libertadores. O resultado de 2 a 0 foi pouco diante da superioridade da equipe colombiana. Ninguém, nem Tite, nem jogadores, nem diretoria têm do que reclamar. O time foi apático nas duas partidas e, se lembrarmos a história recente, o Corinthians só teve que disputar a Pré-Libertadores pelo fato de não ter vencido o rebaixado Goiás na última rodada do Brasileiro do ano passado. O empate fez com que o Corinthians ficasse em terceiro lugar e não garantisse uma vaga automática para a disputa do torneio.

A derrota para o Tolima é, ainda, tragicamente histórica. Jamais uma equipe brasileira havia perdido essa fase. Ou seja, o Corinthians é precocemente eliminado de sua nona Libertadores e, sendo bastante sincero, foi um mal menor. Com esse time, a equipe seria o saco de pancadas do grupo que tem Cruzeiro (BRA), Estudiantes (ARG) e Guarani (PAR).

O jogo (?)

O primeiro tempo foi de puro horror. A equipe colombiana, aproveitando-se do fato de jogar em casa, começou em cima. Foi dando chutes e mais chutes nos primeiros quinze minutos de jogo, mas perigo real, apenas numa falha de Fábio Santos, que substituiu mal Roberto Carlos. Medina roubou a bola e chutou forte para a defesa de Julio Cesar. Medina teria mais uma oportunidade que o goleiro corinthiano desviou para escanteio. Chara ainda mandaria por cima um lançamento feito nas costas do mesmo Fábio Santos.

O Corinthians perdido, desentrosado e distante pouco chegou ao gol colombiano. Em tese foi um chute de longe de Dentinho e uma falta que Ronaldo bateu no Oceano Pacífico. Poderíamos resumir assim: o Deportes Tolima não conseguiu chutar em gol e o Corinthians, sequer chegou ao gol.

No segundo tempo, o Corinthians voltou acordado. Nem parecia o mesmo time dos 45 minutos iniciais e do jogo na semana passada. Em 12 minutos, chutes de Ronaldo, Chicão e Paulinho deram indícios de que a história seria diferente. Mas não foi.

Justamente quando a equipe paulista estava melhor, o Tolima abriu o placar. Santoya, que havia acabado de entrar, é lançado nas costas da defesa, na “linha burra” armada pelo Corinthians, invade a área e toca na saída de Julio Cesar. 1 a 0 para os colombianos.

O gol fez com que Tite, finalmente, mexesse na equipe. Entraram Danilo e Ramirez, peruano que jogou bem contra o São Bernardo. E a esperança transformou-se em tragédia. Ramirez foi expulso, dois minutos depois de ter entrado, por cotovelada em Chara.

Com o resultado adverso e um jogador a menos, o Corinthians se perdeu de vez. O Tolima ainda ampliou. Medina fez de cabeça, sem nenhuma marcação, depois de levantamento de Murillo. E aí o jogo acabou, com direito a olé do time colombiano.

Muito deverá ser feito pela diretoria corinthiana. Uma limpeza torna-se necessária. Ex-jogadores em atividade podem trazer recursos, mas agora restou ao Corinthians a disputa do Campeonato Paulista, já distante e o Campeonato Brasileiro, cansativo e competitivo. 2011 nem começou e já acabou.

Ah! Finalmente Tite não é mais invicto. E perdeu o jogo que não podia ter perdido.

Força, Fiel!

O Corinthians volta a campo, com suas dores e tragédias, justamente contra o Palmeiras, no próximo domingo no Pacaembu. Dizem que clássico é clássico, e vice-versa. Mas o Palmeiras é muitíssimo favorito depois de mais uma tragédia alvinegra no torneio sulamericano.


CORPORACION CLUB DEPORTES TOLIMA 2 X 0 SPORT CLUB CORINTHIANS PAULISTA

Estádio Manuel Murillo Toro, em Ibagué (COL)
Árbitro: Vinicius Furlan
Assistentes: Mauricio Espinoza e Carlos Changala
Público e Renda: não divulgados

Gols: Santoya [T] (65′) e Medina (78′)
Cartões Amarelos: Jorge Henrique, Leandro Castán e Jucilei [C]; Hurtado, Murillo e Chara [T]
Cartão Vermelho: Ramírez [C]

TOLIMA – COL: Antony Silva; Vallejo, Arrechea, Hurtado e Noguera; Chará, Bolívar e Castillo (Santoya); Murillo (Piedrahita); John Hurtado e Medina (Closa)
Técnico:
Hernán Torres

CORINTHIANS: Julio Cesar; Alessandro, Chicão, Leandro Castán e Fábio Santos (Edno); Paulinho (Ramírez), Ralf e Jucilei; Jorge Henrique, Dentinho (Danilo) e Ronaldo
Técnico:
Tite

O dia D do Corinthians 3

O dia D do Corinthians


por Sylvio Micelli

Texto originalmente escrito para o Blog Canelada

Em 1944, a Batalha da Normandia (França), ainda hoje a maior invasão marítima da história, entrou para a história da Segunda Guerra Mundial como o “Dia D”. Apenas para constar: o “Dia D” foi uma operação militar quando os aliados da França, Reino Unido e Estados Unidos colocaram 150 mil homens para lutar e “libertar a Europa”, contra a Alemanha Nazista. A ação, idealizada pelo

Primeiro-Ministro Britânico, Winston Churchill e pelo presidente norte-americano Franklin Roosevelt, foi capital para a derrota dos nazistas pouco tempo depois.

Chega de história!

Ao longo de sua centenária história, o amado Sport Club Corinthians Paulista, passou por alguns dias D e algumas invasões. Temos o épico caso da “tomada” do Maracanã em 1976, quando a torcida do Timão dividiu o então “maior do Mundo” com os tricolores e saiu de lá classificada para a final do Brasileiro daquele ano.

Dias D, então, foram muitos. Nem caberia relatar aqui.

Mas quando o assunto é Libertadores, o calo aperta. O Corinthians tem uma espécie de maldição na disputa deste torneio. Mais ou menos assim: se Corinthians e Tolima se enfrentassem por qualquer outra coisa, de dez jogos, o Timão venceria nove. Mas… como é Libertadores…

Hoje, mais um “Dia D” se impõe; o primeiro de outros que virão neste ano. Mas este é fundamental. Longe da torcida, na distante Ibagué, num estádio horroroso, que sofre até com questões de segurança e com um time desacreditado (vivendo uma pretensa crise, ainda que sejam apenas vaidades), o Corinthians será colocado à prova mais uma vez.

O time, sem Roberto Carlos contundido (?) e Bruno César, mesmo com problemas, causa ainda mais pânico. Segundo o UOL, vestem o manto sagrado logo mais: Julio Cesar; Alessandro, Chicão, Leandro Castan e Fábio Santos; Ralf, Jucilei, Paulinho e Jorge Henrique; Dentinho e Ronaldo.

Meu coração e o de mais 30 milhões de corinthianos já está batendo mais forte. As unhas, corroídas, já pingam sangue, mas, vai prá cima deles, Timão!

Que a classificação venha e que depois a casa seja arrumada (está uma bagunça).

Se não der, paciência. O amor à instituição só aumentará!

Peruano salva jogo de compadre entre Corinthians e São Bernardo na festa de Lula 1

Peruano salva jogo de compadre entre Corinthians e São Bernardo na festa de Lula

Ouça a narração de Ulisses Costa com reportagens de Alex Müller
(Grupo Bandeirantes de Rádio)

Júnior Xuxa (15′)

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Danilo (39′)

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Kauê (72′)

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Luis Ramirez (80′)

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por Sylvio Micelli

Texto originalmente escrito para o Blog Canelada

Na reinauguração do Estádio Primeiro de Maio, o histórico Vila Euclides que viu nascer o sindicalista Luiz Inácio Lula da Silva que anos mais tarde seria o presidente “deste País”, Corinthians e São Bernardo empataram em 2 a 2 num jogo bem movimentado e com quatro belos gols.

No primeira disputa da história entre as duas equipes, o técnico Tite encarou a partida como um “laboratório” para a Taça Libertadores da América e pôs os reservas em campo. A equipe do ABC, por sua vez, jogou como se fosse uma final de campeonato. O ex-presidente Lula, torcedor confesso dos dois times acompanhou o jogo praticamente inteiro e ficou satisfeito com o “jogo de compadre”.

Ele viu o São Bernardo dominar os primeiros trinta minutos. Com muita correria de Danielzinho e Romarinho e aproveitando-se de uma zaga improvisada, o Bernô pressionou o Corinthians desde o início. Aos 15 minutos, após um bate-rebate na área, Danielzinho toca para Júnior Xuxa que limpa Diego Sacoman e abre o placar. O goleiro Julio Cesar ainda fez importantes defesas até que o gás do caçulinha da série A foi acabando e o Corinthians começou a encontrar seu jogo, mesmo pecando nas finalizações.

A pressão corinthiana no final do primeiro tempo deu resultado. Passe de Moradei na entrada da área, Edno deixa para Danilo que, com categoria, encobre o goleiro Marcelo Pitol. Fim de primeiro tempo: 1 a 1.

No segundo tempo, o jogo permaneceu morno até o segundo gol da equipe da casa. Uma bomba de fora da área de Lucas, que Julio Cesar espalmou para a lateral da área, a defesa ficou olhando e Kauê bateu forte. A bola passou por baixo do goleiro do Timão e o Bernô passou à frente.

Pouco tempo depois, um lance de rara beleza. O peruano Luis “Cachito” Ramirez, que estreou no Corinthians, dominou fora da área depois de uma bola rebatida da defesa, deu um giro, passou por dois marcadores e bateu no ângulo de Pitol que nada pode fazer. 2 a 2 e fim de papo. Segundo meu filho Victor, do alto de seus 12 anos, foi a jogada de um “moleque”. E entendam como quiserem…

O destaque do jogo fica com Ramirez, não apenas pelo belo gol, mas pela movimentação e os passes. Por aquilo que os titulares estão jogando ele pode entrar fácil no jogo contra o Tolima.

Enfim, até que não foi tão má a apresentação dos reservas. Há problemas sérios na defesa, mas Tite tem opções interessantes no meio de campo e no ataque.

O Corinthians volta a campo na quarta em Ibagué contra o Deportes Tolima para lidar com seus fantasmas na “maldição” da Libertadores. Vitória ou empate com gols, classifica o Timão. Um novo 0 a 0 leva a decisão para os pênaltis. Vitória do Tolima, melhor nem comentar.

Pelo Paulistão, o time volta a campo domingo no Pacaembú, no clássico contra o sempre rival Palmeiras. O time está na 11ª posição com 6 pontos e um jogo a menos (uma vitória e três empates) e Tite permanece invicto nas 13 partidas até aqui disputadas, mas está virando o rei do empate. Já foram sete resultados iguais, quatro apenas neste ano.


SÃO BERNARDO FUTEBOL CLUBE 2 X 2 SPORT CLUB CORINTHIANS PAULISTA

Estádio 1º de Maio, Vila Euclides,
em São Bernardo do Campo (SP)
Árbitro: Vinicius Furlan
Assistentes: Giulliano Neri Colisse e Fabio Rogério Baesteiro
Assistentes adicionais: Luiz Vanderlei Martinucho e
Thiago Luis Scarascati
Público: 15.159 torcedores
Renda: R$ 363.100,00

Gols: Júnior Xuxa [SB] (15′); Danilo [C] (39′); Kauê [SB] (72′) e Luis Ramirez (80′)
Cartões Amarelos: Danielzinho, Marcelo Pitol, Guto e Lucas (SB)

SÃO BERNARDO: Marcelo Pitol; Régis (Henrique), Leandro Camilo, Amarildo e Kauê; William Favoni, Dirceu, Lucas e Júnior Xuxa (Guto); Romarinho (Nenê) e Danielzinho
Técnico:
Ruy Scarpino

CORINTHIANS: Julio Cesar; Moradei, Wallace, Diego Sacoman, Fábio Santos; Paulinho, Marcelo Oliveira (Ralf), Luis Ramirez e Danilo (Bruno César); Morais (Willian) e Edno
Técnico:
Tite

Ficha Técnica by Gazeta Esportiva.Net

Corinthians: Liédson de volta e o Bernô pela frente 1

Corinthians: Liédson de volta e o Bernô pela frente


por Sylvio Micelli

Texto originalmente escrito para o Blog Canelada

Deu na imprensa lusitana: o atacante Liédson da Silva Muniz, bom baiano que vestiu o manto sagrado em 2003, deve voltar ao Corinthians. Em alguns sites o retorno é dado como certo. Mas eu e você vamos aguardar, pois afinal, só em 2011, Adriano, Ronaldo Gaúcho, Cristian e outros tantos estiveram próximos ao Parque São Jorge, mas por isso ou aquilo, erraram o caminho.

Aos 33 anos, o centroavante teve uma breve passagem pelo Timão. Marcou 22 gols e sagrou-se Campeão Paulista daquele ano em dois jogos na final contra o São Paulo [veja o vídeo acima]. Leve, rápido e chutador inato, não será o salvador da Pátria, mas se vier, será em boa hora. Chega para ser titular fácil, ainda que tenha de fazer dupla com Ronaldo.

Já li algumas críticas em relação à idade de Liédson e aquelas piadinhas sobre os “velhos” do Timão. Vejamos: Ronaldo está velho, acima do peso, mas ainda impõe respeito. Roberto Carlos, aos 37 anos, corre mais que muito moleque. Liédson pode encaixar bem no ataque e aí, alguém roda. Pode ser Dentinho, Jorge Henrique ou até Bruno César, que vem passando por um período ruim.

Aguardemos.


Paulistão contra o Bernô

O Corinthians lambe suas feridas, depois do péssimo jogo contra o Tolima, no domingo à noite contra o caçulinha da série A. A partida é na querida cidade de São Bernardo do Campo contra a equipe local e o time que vai a campo é um mistão. Segundo o UOL, o time escalado é Julio Cesar; Moradei, Wallace, Diego Sacoman e Fábio Santos; Marcelo Oliveira, Paulinho, Ramírez e Morais; Danilo e Edno.

Particularmente, sou contra essas bobagens. A temporada está no início e o time precisa do tal “ritmo de jogo” que todo mundo reclama. E aí, vem o “seu” Tite e resolve usar o Paulistão de laboratório. No torneio estadual, a equipe está em 10º lugar com uma partida a menos [jogo contra o Mogi Mirim pela 4ª rodada, que acontece em 17 de fevereiro e foi adiado devido à disputa na Libertadores].

Que ele esteja certo ao poupar os titulares e que o Corinthians despache o Tolima na quarta. Do contrário, cabeças vão rolar.

Corinthiano há 40 anos… ou mais! 4

Corinthiano há 40 anos… ou mais!

Por Sylvio Micelli

Texto originalmente escrito para o Blog Canelada

Parem as máquinas! Afinal vamos escrever sobre o Sport Club Corinthians Paulista, o mais amado e mais odiado clube de futebol do planeta!

Olá corinthianos e corinthianas do meu Brasil e fora dele… 30 milhões de pessoas (ou mais!) desta Nação que tanto amamos!

Estou muito feliz nesta nova empreitada de escrever para o Blog Canelada e afirmo ser um presente de aniversário antecipado pelos meus 40 anos a completar agora em fevereiro.

Sou, enfim, corinthiano desde sempre. Devo ter chutado a barriga de minha mãe com os gols de Roberto Rivellino. E devo ter xingado muito aquele time horroroso que nós tínhamos no começo dos anos 70.

Acredito até, que espiritualmente eu seja corinthiano desde 1910. Devo ter visto, de algum lugar da galáxia, Amílcar ser o primeiro corinthiano a defender a seleção brasileira em 1916. Lá do alto devo ter comemorado muitos dos 267 gols que o nosso “Cabecinha de Ouro”, mestre Baltazar fez. E, certamente, ri das troças que Luís Trochillo, o “Pequeno Polegar” aprontou ao longo de mais de 600 jogos pelo nosso time.

Já nascido, sou da geração 76/77; aquela turma que viu o vice-brasileiro de 1976 e o Paulistão de 1977, que dispensa qualquer comentário.

Frequentando estádios desde 1979 já vi muita coisa. Já chorei de alegria e raiva, já voltei sem voz para casa (quase sempre), já dormi na porta do metrô aguardando abrir a estação porque perdi o “busão” de volta. Já assisti nosso time em final de campeonato com febre e debaixo de chuva e voltei bonzinho prá casa!

Vivi a Democracia Corinthiana e acompanhei a carreira de Sócrates, Casagrande, Ataliba e Biro-Biro. Vi Vladimir marcando gol de bicicleta e Ronaldo fazendo milagres no gol. Acompanhei o nascimento do “menino” Viola nos gramados. Vi Neto e Marcelinho fazerem dezenas de gols de falta e aplaudi de pé quando Gamarra tirava mais uma bola perigosa.

Ri muito quando Dida defendeu dois pênaltis de Raí na mesma partida e quando Ricardinho acabou com o Santos naqueles benditos dez segundos finais. Vi Tevez e Mascherano e agora o Ronaldo de tanta história, que nem cabe no seu corpanzil.

Quase explodi de alegria quando Edmundo bateu aquele pênalti prá fora e fomos campeões do mundo e danem-se os comentários despeitados dos anti-corinthianos.

Ah! Chorei… As dores na Libertadores, do pênalti do Marcelinho em Marcos e quando Serginho Chulapa acabou com nosso tri em 1984. Chorei muito a queda em 2007.

Mas, nada disso importa. A questão não é apenas que o corinthiano não vive de títulos e sim, de Corinthians. A questão é que o Corinthians é, para nós, o oxigênio que respiramos.

Enfim, o que você querido leitor pode esperar neste espaço, são muitas histórias e comentários passionais sobre o Corinthians.

Não espere textos de um jornalista corinthiano e, sim, de um corinthiano jornalista.

Sejam todos bem-vindos!

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