Category: Corinthianadas

Em meia hora, Timão despacha Prudente e dorme na liderança do Paulistão 0

Em meia hora, Timão despacha Prudente e dorme na liderança do Paulistão

Ouça a narração de Ulisses Costa com reportagens de Antônio Pétrin
(Grupo Bandeirantes de Rádio)

Fábio Santos (13′)

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Liédson (20′)

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Dentinho (28′)

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Liédson (87′)

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por Sylvio Micelli

Texto originalmente escrito para o Blog Canelada

Nada mais que 28 minutos. Esse foi o tempo necessário para o Corinthians derrotar o Grêmio Prudente, ainda no primeiro tempo, e liquidar a fatura. No final do jogo, mais um gol para a alegria dos quase 20 mil fiéis presentes ao Pacaembu, nessa tarde-noite de sabadão. Com os 4 a 0, o Corinthians dorme na liderança e torce por um revés de Palmeiras e Mirassol neste domingo. A equipe do Interior, por sua vez, afundou-se ainda mais na lanterna do campeonato.

A diferença entre os dois times ficou clara, logo no começo da partida. O Grêmio Prudente veio com a “proposta” de se defender e sair no contra-ataque, mas não aguentou por muito tempo. O Corinthians fez um primeiro tempo avassalador. Logo aos 13 minutos, Dentinho fez bela jogada pela direita e tocou para Paulinho que foi atropelado dentro da área. Pênalti convertido por Fábio Santos que faz a Fiel, a cada dia, “esquecer” Roberto Carlos.

Dois minutos depois, Liédson poderia ter ampliado. Após troca de passes com Alessandro, o centroavante errou o chute. Mas aos 20 minutos, “Levezinho” não perdoou. O goleiro Julio Cesar bateu falta de sua área. A zaga do Prudente só observou a entrada de Liédson que encobriu o goleiro Márcio. A bola mansamente caiu dentro do gol para ensurdecer o Pacaembu. E ele faz a Fiel, a cada dia, “esquecer” Ronaldo.

Aos 28 minutos, o Corinthians fez 3 a 0. Jogada pela direita, Morais (jogando muito) cruzou para o meio da área. Dentinho matou a bola e sem deixar cair, bateu no ângulo de voleio. Golaço! E o Timão poderia ter ampliado no final do primeiro tempo. Mais uma falha da zaga do Prudente e o goleiro operou um milagre em outro ataque de Liédson.

De volta do intervalo, o Timão veio com a clara intenção de cadenciar um jogo já ganho. O time do Interior ganhou corpo, mas com todo o respeito, é um time fraco que, rebaixado no Campeonato Brasileiro do ano passado, deve trilhar o mesmo triste caminho no Paulistão. A primeira chance real na etapa final foi alvinegra. Mais uma vez numa jogada iniciada com Alessadro, a bola sobra para Liédson. Márcio defende com os pés e Dentinho carimba a trave.

O jogo foi se arrastando e no finalzinho, Liédson fez mais um. Bruno César, que substiuiu Jorge Henrique, lançou o atacante que furou no primeiro chute, mas quando a fase é boa, tudo dá certo. O erro virou drible e o 9 do Corinthians ficou sozinho de frente para o gol. 4 a 0 e missão cumprida. O Corinthians volta à campo no sábado de Carnaval contra o Linense, em Lins. Na quarta-feira de Cinzas, depois do glorioso “tríduo momesco”, o Pacaembu recebe o histórico Corinthians e Ponte Preta.

O destaque do jogo foi Morais, que “joga” até sem a bola. Ele é o elo entre defesa e ataque que tanto se cobrou na equipe umas rodadas atrás. E, para lembrar para que nunca mais aconteça, Morais estava no banco contra o Tolima… Mas, enfim, são águas passadas. E estas, não movem moinhos.


SPORT CLUB CORINTHIANS PAULISTA 4 X 0 GRÊMIO PRUDENTE FUTEBOL LTDA.

Estádio Paulo Machado de Carvalho, Pacaembu,
São Paulo (SP)
Árbitro: Flávio Rodrigues de Souza
Assistentes: Jumar Nunes Santos e
Maurício Helder Luiz Alexandrino

Assistentes adicionais: Cleber Wellington Abade e
Thiago Luis Scarascati

Público: 18.444 pessoas
Renda: R$ 515.723,50

Gols: Fábio Santos [C] (13′); Liédson [C] (20′) e (87′) e Dentinho [C] (28′)
Cartões amarelos: Nino, César Santiago e Daniel [G]

CORINTHIANS: Julio Cesar; Alessandro, Wallace, Leandro Castán e Fábio Santos; Ralf, Paulinho, Morais (Luís Ramírez) e Jorge Henrique (Bruno César); Dentinho (Edno) e Liédson
Técnico: Tite

GRÊMIO PRUDENTE: Márcio; Ângelo, Anderson Luís, Nino e Jadílson (Bruno Ribeiro); Alceu (Rai), Daniel, César Santiago, Saldanha e Alex Maranhão; Jandson (Adriano)
Técnico: Fábio Giuntini

Ficha Técnica by Gazeta Esportiva.Net

Chapéu de Ralf em Neymar ou o dia em que “a banana comeu o macaco” 0

Chapéu de Ralf em Neymar ou o dia em que “a banana comeu o macaco”


por Sylvio Micelli

Texto originalmente escrito para o Blog Canelada

Há uma velha máxima no jornalismo que nos ensina o seguinte: quando o cachorro morde o homem, não é notícia. Mas se o homem morder o cachorro, aí sim, é notícia.

No último domingo, na vitória do Corinthians sobre o Santos (3 a 1), um lance pitoresco deu mais uma apimentada no clássico.

Neymar, pela sua intimidade com a bola, dar chapéu, é algo até previsível. Mas o Ralf dar chapéu em Neymar, como o próprio jogador disse após a partida, “é uma vez por ano”.

Para muitos foi a “vingança” do Corinthians. Ano passado, também pelo Campeonato Paulista, Neymar deu um chapéu em Chicão, mas com a bola parada.

Após o lance inusitado li uma ótima no Twitter que reproduzi no título do post: “foi o dia em que a banana comeu o macaco”.

Perdão, santistas e sem ressentimentos.

Para quem ainda não viu…

Corinthians dá nó tático em clássico, vence Santos e assume vice-liderança 2

Corinthians dá nó tático em clássico, vence Santos e assume vice-liderança


Homenagem a Ronaldo antes do jogo

Os gols de Corinthians 3 X 1 Santos

Ouça a narração de José Silvério com reportagens de Leandro Quesada e
Alexandre Praetzel
(Grupo Bandeirantes de Rádio)

Fábio Santos (23′)

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Elano (40′)

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Fábio Santos (60′)

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Liédson (86′)

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por Sylvio Micelli

Texto originalmente escrito para o Blog Canelada

Mudança temporária no Hino do Santos: “Agora quem dá bola é Fábio Santos”!

O lateral esquerdo saiu do banco e o Corinthians venceu o Santos por 3 a 1 nessa tarde no Pacaembu. Jogando com Morais, Jorge Henrique e Dentinho abertos e avançando a marcação, Tite deu um nó na equipe praiana que não conseguiu desenvolver seu jogo. No duelo dos técnicos que inventam, o do Corinthians venceu o ex-corinthiano Adilson Batista.

Desde o início, o Corinthians foi superior. Antecipou a marcação da equipe do Santos que, presa em seu campo, não conseguia criar. Isolou os talentos de Elano e Neymar e foi controlando o jogo. O Santos, inicialmente envolvido na marcação, cometia muitas faltas. E de falta em falta, o Corinthians foi chegando. Aos 23 minutos, Fábio Santos cobrou uma falta com perfeição e fez o Pacaembu tremer. Corinthians 1 a 0.

Estranhamente, como por sinal sempre acontece com os times de Tite, o gol fez com que o Corinthians recuasse e abrisse espaços. O Santos começou a equilibrar o jogo. Diogo, Elano e Danilo começaram a aparecer e, aos 40 minutos, a competência de Elano fez a diferença. Ele empatou o jogo com um golaço ao bater colocado de fora da área. A bola foi no ângulo de Julio Cesar.

E assim foi a primeira etapa: domínio do Corinthians até os 30 minutos e o Santos equilibrou no final. O empate talvez não tenha sido o mais justo, mas foi 1 a 1.

O segundo tempo começou com um dilúvio no Pacaembu e o Santos com maior presença no ataque. Aos cinco minutos, provando estar em grande fase, Julio Cesar fez excelente defesa num chute à queima roupa de Neymar. E o Santos manteve mais posse de bola, até que num ataque, Dentinho sofreu pênalti de Adriano, depois de passar por dois marcadores. Fábio Santos, de forma competente, colocou o Timão na frente.

A partir do gol corinthiano, a equipe praiana foi para cima, mas de forma desordenada parava na muralha armada por Tite. Adilson Batista chegou a colocar quatro atacantes (Elano, Maikon Leite, Diogo e Neymar), mas em vão. O jogo ficou um bate-volta e o Corinthians aguardava o momento certo para dar o bote.

E o momento aconteceu. Ralf roubou a bola em seu campo de defesa e fez brilhante lançamento. Liédson ganhou na corrida da defesa santista e encobriu Rafael. Golaço, 3 a 1 e fim de papo no clássico que teve direito a gritos de Olé da torcida do Corinthians.

Há três destaques no jogo. O primeiro, Fábio Santos. Reserva de Roberto Carlos e até de Marcelo Oliveira, ele foi decisivo na partida. O segundo, Liédson. Mostrou frieza, fez um belo gol e mantém uma alta média de gols. Já são cinco em quatro jogos. O último destaque é Tite. O professor Pardal do Parque São Jorge “amarrou” as mãos do professor Pardal da Vila Belmiro. Claro que isso não é garantia de nada, mas foi a melhor partida do Corinthians no ano.

Antes do jogo, Ronaldo foi homenageado e ovacionado pela torcida. Todo o time jogou com o número 9 combinado aos números originais, em homenagem ao Fenômeno. Festa justa. E o Tolima já ficou para trás. A vida, enfim, continua.

O Corinthians é o único time que não perdeu ainda no Paulistão e assume a vice-liderança, um ponto atrás do Palestra. Na próxima rodada, o Timão joga no sábado contra o Grêmio Prudente no Pacaembu. Caso vença, assume a liderança e torce para um empate entre São Paulo e Palmeiras no clássico de domingo.


SPORT CLUB CORINTHIANS PAULISTA 3 X 1 SANTOS FUTEBOL CLUBE

Estádio Paulo Machado de Carvalho, Pacaembu,
São Paulo (SP)
Árbitro: Raphael Claus
Assistentes: Luis Alexandre Nilsen e Márcio Jacob
Assistentes adicionais: Robinson José Andréa de Góes e Vinicius Furlan
Público: 21.293 pagantes
Renda: R$ 577.548,50

Gols: Fábio Santos [C] (23′) e (60′); Elano [S] (40′) e
Liédson [C] (86′)

Cartões amarelos: Ralf e Wallace [C];
Rodrigo Possebon, Arouca, Danilo, Edu Dracena e Elano [S]

CORINTHIANS: Julio Cesar; Alessandro, Wallace, Leandro Castán e Fábio Santos; Ralf, Paulinho, Morais (Luis Ramirez) e Jorge Henrique; Dentinho (Bruno César) e Liédson
Técnico:
Tite

SANTOS: Rafael; Danilo (Zé Eduardo), Edu Dracena, Durval e Léo; Arouca, Rodrigo Possebon (Adriano), Elano e Róbson (Maikon Leite); Neymar e Diogo
Técnico:
Adilson Batista

Ficha Técnica by Gazeta Esportiva.Net

Corinthians, Santos e o duelo dos “professores” Pardal 1

Corinthians, Santos e o duelo dos “professores” Pardal


por Sylvio Micelli

Texto originalmente escrito para o Blog Canelada

Neste domingo, já em horário novo após o término do Horário de Verão, Corinthians e Santos enfrentam-se pela nona rodada do Campeonato Paulista no Estádio do Pacaembu. Em que pese situações adversas, ambos são os únicos times ainda invictos no torneio.

De um lado vem o Santos com Neymar e mais dez. De outro, vem o Corinthians se recuperando de Tolima, Roberto Carlos, Ronaldo e tendo em Liédson, uma espécie de bálsamo para a cura de todos os males.

Mas o grande problema de ambos está nos bancos.

Os treinadores Adilson Batista e Tite são conhecidos pela capacidade (?) de inventarem um tipo de futebol próprio onde, se bobear, o goleiro vira ponta-esquerda e o atacante vai para a lateral.

Será o primeiro encontro de Adilson com o Corinthians depois de sua demissão na reta final do Brasileirão do ano passado. Tite luta pela sua sobrevivência e uma derrota, ainda mais num clássico histórico e histérico, pode ser fatal.

Este jogo tem o Santos como favoritíssimo e está na cara que o melhor clube da Baixada Santista deve ser o vencedor. Mas, enfim, que o Corinthians faça uma boa pescaria. E se cair na rede…

Liédson e goleiro do Mogi salvam pele de Tite. Até quando? 0

Liédson e goleiro do Mogi salvam pele de Tite. Até quando?

Ouça a narração de Ulisses Costa com reportagens de Alexandre Praetzel
(Grupo Bandeirantes de Rádio)

Liédson (72′)

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Liédson (86′)

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por Sylvio Micelli

Texto originalmente escrito para o Blog Canelada

O Corinthians bateu o Mogi Mirim por 2 a 0 na noite dessa quinta-feira no Pacaembu, em jogo atrasado da quarta rodada do Campeonato Paulista, quando a equipe de Parque São Jorge estreava na pré-Libertadores.

Quem salvou a noite, mais uma vez, foi o atacante Liédson que marcou duas vezes e contou com falhas do goleiro João Paulo. Liédson já é o artilheiro do Corinthians na temporada com 4 gols marcados em apenas três jogos.

Com o time ainda “manco” armado pelo técnico Tite, onde falta uma ligação entre o ataque e a defesa, o Corinthians não conseguiu romper a retranca do time mogiano. O primeiro tempo foi prá lá de sofrível e a única chance real do Timão, também veio com Liédson. Logo no começo da partida ele dominou na entrada da área e bateu forte no canto. A bola passou muito perto da trave.

Danilo, em tese responsável pela “liga” do time, foi mal e saiu vaiado de campo sendo substituído por Dentinho, já com o segundo tempo em andamento. E foi justamente dos pés de Dentinho que nasceu o primeiro gol. Ele bateu de fora da área, até sem muita força, como para se livrar da bola. O goleiro espalmou mal para o meio da área. A bola encontrou o artilheiro Liédson que só teve o trabalho de empurrar para as redes.

Nem o gol sofrido fez com que o Mogi Mirim abandonasse a retranca e quando tudo se encaminhava para o resultado mínimo, numa bola recuada pela defesa, João Paulo quis sair driblando Liédson e se deu mal. De carrinho, “Levezinho” empurrou a bola que, mansamente, chegou ao fundo das redes.

Fim de jogo e Liédson salva a incompetência de Tite mais uma vez. Resta saber até quando.

Alô, alô Tite! Cadê o Bruno César e o Morais?

Domingo, o Sport Club Corinthians Paulista volta a campo num dos maiores clássicos do futebol brasileiro. O adversário é o Santos no Pacaembu. Atenção que o jogo volta a ser às 16 horas, com o fim do Horário Brasileiro de Verão.


SPORT CLUB CORINTHIANS PAULISTA 2 X 0 MOGI MIRIM ESPORTE CLUBE

Estádio Paulo Machado de Carvalho, Pacaembu,
São Paulo (SP)
Árbitro: Leandro Brizzio Marinho
Assistentes: Daniel Luis Marques e
Gustavo Rodrigues de Oliveira
Assistentes adicionais: Raphael Claus e Claudinei Forati Silva
Público: 7.248 pagantes
Renda: R$ 189.581,00

Gols: Liédson [C] (72′) e (86′)
Cartões amarelos: Jucilei e Liédson [C]; Cleidson e
Everton Dias [M]

CORINTHIANS: Julio Cesar; Alessandro, Chicão (Wallace), Leandro Castán e Marcelo Oliveira; Ralf, Jucilei (Morais), Danilo (Dentinho) e Luis Ramírez; Jorge Henrique e Liédson
Técnico:
Tite

MOGI MIRIM: João Paulo; Niel, Everton Dias, Audálio e Cleidson; Baraka, João Paulo Gomes (Everton Senna), Val e Geovane; Roberto Jacaré (Paulo Isidoro) e Denílson
Técnico:
Guto Ferreira

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