Category: Jornalismo e nada mais

Corinthians estreia no Brasileiro de 2011 contra um adversário de respeito 0

Corinthians estreia no Brasileiro de 2011 contra um adversário de respeito


por Sylvio Micelli

Texto originalmente escrito para o Blog Canelada

Neste domingo, às 16 horas, o Sport Club Corinthians Paulista – o mais amado e mais odiado clube do planeta – estreia pelo Campeonato Brasileiro de 2011. O adversário é um fortíssimo e velho conhecido: o Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense. O jogo acontece no Monumental Olímpico na bela capital gaúcha. Ironicamente, será o confronto de duas equipes vicecampeãs nos seus respectivos campeonatos estaduais. Ou seja: há feridas, ainda abertas, a serem lambidas por todos os lados.


Números

Historicamente, Corinthians e Grêmio sempre fizeram jogos muito acirrados, desde o primeiro confronto entre ambos disputado em 11 de dezembro de 1947. O Timão venceu o Grêmio pela contagem mínima, no estádio Baixada dos Moinhos de Vento, que ficava em Porto Alegre. O Fortim da Baixada foi o primeiro estádio gremista.

De lá para cá, o tricolor gaúcho e o alvinegro paulistano encontraram-se 71 vezes. Há ligeira vantagem gremista: são 29 vitórias, contra 25 corinthianas e 17 empates. O ataque do Grêmio marcou mais (97 X 79). Analisando-se só o campeonato brasileiro, a vantagem gremista é maior: são 21 vitórias contra 14 e dez empates em 45 jogos.

O Olímpico também não é um bom local para os corinthianos que lá venceram apenas nove vezes, contra 19 dos anfitriões, além de sete empates. A quantidade de gols marcados pelo Grêmio em seus domínios é o dobro (55 X 27).

Com o vai-e-vém do mercado e algumas alterações táticas, o Timão deve entrar em campo, logo mais, com: Julio Cesar; Alessandro, Chicão, Leandro Castán e Fábio Santos; Ralf, Paulinho, Ramirez e Danilo (Morais); Willian e Liédson.


Decisões

Grêmio e Corinthians nunca decidiram campeonatos brasileiros mas disputaram duas copas do Brasil. Em 1995, Marcelinho Carioca silenciou o Olímpico. O Timão venceu a final por 1 a 0 e já havia vencido em São Paulo por 2 a 1 (Viola e Marcelinho Carioca, para o Corinthians e Goiano para o Grêmio).

Seis anos depois, o Grêmio silenciou o Morumbi. Mesmo vindo de Porto Alegre com um importante empate em 2 a 2 (Marcelinho Carioca e Muller para o Timão e dois gols do ex-corinthiano Luís Mário para o Grêmio), o Corinthians não conseguiu segurar uma apresentação irretocável de Marcelinho Paraíba, Zinho e companhia e o Grêmio foi campeão daquele ano (2001) ao vencer por 3 a 1 (Marinho, Zinho e Marcelinho Paraíba marcaram para os gaúchos e Éwerton diminuiu para o Corinthians). Este título foi o primeiro relevante do técnico Tite, que treinava os gaúchos à época.


Bruxaria

Para quem gosta de superstição, lá vai uma. Em 1990, o Corinthians estreou contra o Grêmio e foi goleado por 3 a 0. Depois deste início desanimador, o Timão conquistaria seu primeiro título nacional. Em 2006, as equipes também se enfrentaram na rodada inicial e o tricolor gaúcho também venceu, por 2 a 0. Era o jogo do campeão da série A de 2005 (Corinthians) contra o campeão da série B (Grêmio).

Que essa estreia seja o prenúncio de grandes vitórias!


Brasileirão 2010

No Campeonato Brasileiro do ano passado há uma vitória para cada lado. No primeiro turno, no Sul, o Timão venceu por 2 a 1. Ralf, uma raridade, marcou de cabeça depois de escanteio batido por Dentinho, logo no começo do jogo. No segundo tempo, Souza, outra raridade, fez um dos gols mais fáceis da história do futebol. Depois de cruzamento de Dentinho, o lateral esquerdo gremista Bruno Collaço protagonizou um lance bizarro e a bola sobrou para o centroavante “azarado”, sozinho, marcar. O atacante Maylson, que havia acabado de entrar, recebeu passe de Jonas, Willian falhou e num chute preciso marcou para o Grêmio fechando o placar.

Na volta, no segundo turno, o ex-corinthiano Douglas marcou um golaço e se negou a comemorar contra o ex-clube, demonstrando o respeito habitual dos ex-jogadores com o Corinthians. Ele dominou a bola na intermediária, passou pela zaga corinthiana e na meia-lua da área bateu no ângulo. E foi aplaudido.


De olho no apito

O pernambucano Nelson Nogueira Dias será o árbitro do jogo. Ele será auxiliado pelo também pernambucano Erich Bandeira e pelo catarinense Carlos Berkenbrock.

É duro! Mas vai começar mais um Endurão Brasileiro! 0

É duro! Mas vai começar mais um Endurão Brasileiro!


por Sylvio Micelli

Texto originalmente escrito para o Blog Canelada

Neste final de semana começa mais um Endurão, também conhecido popularmente, como Campeonato Brasileiro de Futebol. Ao longo de cansativas trinta e oito rodadas, lá em dezembro, ou pouco antes, conheceremos o Campeão Brasileiro em sua 41ª edição (obviamente que ignoro toda aquela bobagem de unificação que a CBF promoveu no ano passado).

Não gosto do modelo. É chato, cansativo, enfadonho, desprovido de emoção e resta-nos torcer para que nesta “corrida de cavalos” nenhuma equipe abra dois ou mais corpos de vantagem e, quem sabe, lá pela 32ª, 33ª rodada tenhamos alguma “finalzinha antecipada” para dar uma rara emoção. Tudo muito risível e previsível, como condiz à organização do esporte bretão em terras tupiniquins.

Os “entendidos” do futebol e seus defensores decretaram que a fórmula ideal para o país pentacampeão do mundo é o sistema de pontos corridos, numa clara subserviência ao modelo europeu que serve a eles, mas não a nós, porque não retrata a nossa história dos grandes jogos do David contra o Golias, nem traz na essência o imponderável que tanto amamos.

Querem, enfim, reduzir o futebol brasileiro a uma dinâmica de países europeus que contam lá com dois, três, no máximo quatro clubes que se revezam em títulos e que se torna duvidosa por aqui.

Os “entendidos” do futebol e seus defensores dizem que é o sistema mais justo e que premia a melhor campanha, o que também é uma bobagem. O Flamengo, por exemplo, foi campeão em 2009, porque liderou a última e mais importante rodada, enquanto o Palmeiras passou o campeonato inteiro liderando e perdeu o fôlego no fim…

Seja como for, não adianta reclamar, afinal regras são regras. A disputa está aí e que vença o melhor.

E como sempre escrevo, se possível, que esse melhor seja o Sport Club Corinthians Paulista.

A Copa do Brasil e a subversão da ordem estabelecida no futebol 0

A Copa do Brasil e a subversão da ordem estabelecida no futebol


por Sylvio Micelli

Texto originalmente escrito para o Blog Canelada

Sei que há (poucos) torcedores que não gostam ou não valorizam a Copa do Brasil, ainda que o torneio dê uma vaga para a disputa da Libertadores da América ao seu campeão. Particularmente, tenho um verdadeiro fascínio pela competição porque ela tem o condão de subverter a ordem estabelecida do futebol brasileiro.

Quem acompanha o futebol – no meu caso há mais de três décadas – sabe muito bem que este esporte, no Brasil, vive um eixo protagonizado pelos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, em maior escala e pelos estados de Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul, em proporção pouco menor. Os demais estados contam, eventualmente, com algum representante no Campeonato Brasileiro.

Esta elite do futebol, obviamente, é responsável por fornecer a maior quantidade de campeões nacionais, quer seja em torneios de outrora, quer seja no Campeonato Brasileiro atual e, também, na Copa do Brasil.

Mas esta competição, criada nos mesmos moldes da Copa da Inglaterra, Taça de Portugal ou Copa do Rei da Espanha, tem seu brilho, justamente, por expor realidades diversas do esporte no Brasil e propiciar resultados dantescos e epopeias absurdas que fariam o Sobrenatural de Almeida, do querido Nelson Rodrigues, espantar-se.

Muitas vezes, ouvimos, vimos e lemos, narradores e repórteres afirmarem que o salário de um craque dos grandes clubes do futebol brasileiro é capaz de pagar a folha inteira de pagamento daquele clube humilde, mas de valorosos jogadores que também buscam um lugar ao sol. Só por isso, a Copa do Brasil já é bela. E ela gosta de pregar peças.

Só na Copa do Brasil é que podemos ver um Corinthians, até com boa vantagem, ser derrotado numa final para o Sport Club do Recife; ou ainda ver Santo André e Paulista, ambos aqui de São Paulo, calarem o Maracanã em finais contra o Flamengo e o Fluminense, respectivamente. Só na Copa do Brasil é que podemos ver um destemido Criciúma segurar o sempre poderoso Grêmio ou o Juventude, também fazer festa no Maracanã diante do Botofogo carioca.

E as zebras? São tantas e devastadoras que ficam na memória do torcedor ou no sarro dos rivais. Como esquecer os acidentes do Palmeiras diante do Asa de Arapiraca (2002), Santo André (2004), Ipatinga (2007) e a recente goleada para o Coritiba (2011)? Como esquecer da eliminação do todo poderoso Corinthians em 2005 para o aguerrido Figueirense? E o mesmo Corinthians, bicampeão nacional em 1998/1999, eliminado pelo Juventude, doze anos atrás. E o Santos de tanta gente, que foi eliminado pelo singelo CSA, em 1999, em plena Vila Belmiro? O mesma CSA que já havia aprontado para o Vasco em 1992 e o mesmo Santos derrotado pelo Ipatinga nos pênaltis em 2006?

A lista, enfim, é grande e há o imponderável para todos os gostos.

Neste ano de 2011, a Copa do Brasil tem como finalistas clubes tradicionais em seus estados, casos de Avaí e Ceará, mas sem a mesma história em âmbito nacional e campeões nacionais, como é o Coritiba (1985) e o sempre importante Vasco da Gama, quatro vezes campeão nacional (1974, 1989, 1997 e 2000).

Minhas fichas vão para uma final sulista entre Coritiba e Avaí e, pelo retrospecto, em que pese já não ter o mesmo ímpeto do início do ano, a equipe paranaense deverá ser a campeã.

Seja como for, a Copa do Brasil é o futebol na sua mais pura essência e espero que a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) jamais tenha a “brilhante” ideia de unificar os títulos com o Campeonato Brasileiro. Isso seria tornar igual, coisas diferentes. A CBF já errou no ano passado ao misturar absolutamente tudo. Que deixe a Copa do Brasil em paz!

Corinthians perde de si mesmo e é apenas vice no Paulistão 2011 0

Corinthians perde de si mesmo e é apenas vice no Paulistão 2011

Ouça a narração de José Silvério com reportagens de Leandro Quesada e Alexandre Praetzel
(Grupo Bandeirantes de Rádio)

Arouca (16′)

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Neymar (83′)

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Morais (86′)

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por Sylvio Micelli

Texto originalmente escrito para o Blog Canelada

Olá, queridos leitores! Quero desculpar-me pela ausência nos últimos dias. Motivos profissionais impediram-me que eu cumprisse meu dever religioso (afinal, somos uma religião!) e cívico (afinal, somos civilizados!) com você, torcedor do Sport Club Corinthians Paulista. Por isso, nada postei desde a final do último domingo e, conto com a compreensão de todos, incluso os editores deste espaço. Passados quatro dias do último jogo do campeonato, não deixarei de opinar, ainda que não tenha já o mesmo valor e relevância.

Vamos, enfim, aos fatos.

O Santos sagrou-se bicampeão paulista, em jogo realizado no estádio Urbano Caldeira, em Santos, para pouco mais de 15 mil torcedores (público menor que São Bernardo X Corinthians para uma final de campeonato…). Venceu o Corinthians por 2 a 1 e, considerando-se o empate da primeira partida em 0 a 0, o alvinegro da baixada conquistou seu 19º título estadual, mantendo-se como a quarta força do estado. O jogo final, foi tão sofrível quanto o anterior, com a diferença que neste houve gols.

Não entrando no mérito do resultado em si pois, como já foi escrito a mim neste blog, são os gols que vencem a partida, o Santos mostrou competência em fazer um gol a mais e, por isso, merecidamente, foi campeão. Tem uma equipe tecnicamente superior e o título está em boas mãos.

A grande verdade, porém, e aí é motivo para que o torcedor corinthiano se preocupe, é o estado de letargia que a equipe apresentou nas duas partidas contra o Santos e também na semifinal contra o Palmeiras, como já havia analisado. O Corinthians não foi campeão por sua própria inoperância e, ainda que o Santos tenha tido mais chances e, como muitos afirmaram, até de forma exagerada, que “poderia ter goleado”, não o fez e o Timão tropeçou em seus próprios erros. A retranca do Muricy Ramalho, também não serve de desculpas para nossas falhas. O Corinthians estava há catorze jogos sem perder do técnico, em suas passagens por São Paulo, Palmeiras e Fluminense.


O jogo

A partida final teve um tempo para cada time. No primeiro, domínio praiano: gol de Arouca (!), Arouca mandou na trave (!), Arouca (!) lançou Leo que quase marcou e Neymar perdeu um gol, digamos, “imperdível”, numa defesa de Julio Cesar. Ao Corinthians restou apenas uma falta bem batida por Chicão.

No segundo tempo, o Corinthians tentou equilibrar as diferenças. Tite, que errou novamente com Dentinho, mexeu no time. Willian quase marcou, Jorge Henrique quase marcou, mas quem marcou já no final do jogo foi Neymar, em mais uma falha de Julio Cesar (que analisarei em outro post) quando não deve. Rafael, goleiro do Santos, também falhou no gol de Morais. Muricy Ramalho fechou o time na sua habitual retranca e acabou. Santos campeão.

Perdemos, enfim, para nós mesmos. Mas cabeça erguida, porque não dependemos de taças ou títulos para sermos ainda mais corinthianos. Mas fica registrado o temor: ou o time muda ou ficaremos numa posição intermediária no Campeonato Brasileiro deste ano. O Corinthians foi longe demais com o time e técnico limitados que tem.


SANTOS FUTEBOL CLUBE 2 X 1 SPORT CLUB CORINTHIANS PAULISTA

Estádio Urbano Caldeira (Vila Belmiro), em Santos (SP)
Árbitro: Luiz Flávio de Oliveira
Assistentes: David Botelho Barbosa e
Tatiane Sacilotti dos Santos Camargo
Assistentes adicionais: Claudinei Forati Silva e
Leonardo Ferreira Lima

Público: 14.322 torcedores
Renda: R$ 745.610,00

Gols: Arouca [S] (16′) e Neymar [S] (83′); Morais [C] (86′)
Cartões amarelos: Elano, Léo, Neymar e Pará [S]; Chicão e Liédson [C]

SANTOS: Rafael; Jonathan (Pará), Edu Dracena, Durval e Léo (Alex Sandro); Adriano, Arouca, Elano e Alan Patrick (Rodrigo Possebon); Neymar e Zé Eduardo
Técnico: Muricy Ramalho

CORINTHIANS: Julio Cesar; Alessandro, Chicão, Leandro Castán e Fábio Santos; Ralf, Paulinho (Luis Ramírez), Bruno César (Morais) e Jorge Henrique; Dentinho (Willian) e Liédson
Técnico:
Tite

Ficha Técnica by Gazeta Esportiva.Net

The Cult: a mesma força, sem o mesmo glamour 0

The Cult: a mesma força, sem o mesmo glamour

por Sylvio Micelli

CONFIRA OS VÍDEOS QUE GRAVEI NO SHOW!

No último final de semana, São Paulo recebeu uma das mais importantes e influentes bandas britânicas dos anos 80. Formada, historicamente, pelo vocalista Ian Astbury e pelo guitarrista Billy Duffy, a lendária banda The Cult nasceu no começo dos anos 80, no berço do chamado pós-punk, misturado ao gótico, movimento capitaneado principalmente por The Cure, Siouxsie & The Banshees, Joy Division, Bauhaus e tantas outras.

Nesta linha, em 1982, nasce o Southern Death Cult com Ian Astbury nos vocais. Ele se juntou a membros de outra bandas de pouca expressão à época, como Theatre Of Hate e Death Cult e surge o The Cult. Pois foi essa história que Astbury e Duffy, ao lado de Mike Dimkich, Chris Wyse e John Tempesta contaram na excelente acústica do HSBC Brasil.

Astbury, que completou 49 anos naquela noite, “errou” o figurino. Travestido de Jim Morrison, histórico vocalista e mentor da banda The Doors, (com a qual Ian tocou recentemente sob a alcunha “Riders on the Storm”) o cantor conversou com o público o show inteiro, ironizou Bono Vox e os megashows do U2, fez piadas com Bom Jovi, tocou um pandeiro que era irritantemente era arremeçado ao chão e, mais importante de tudo, mostrou ainda, uma voz potente para desfilar os clássicos do Cult. Seu eterno parceiro Billy Duffy, um cinquentenário jovem senhor de cabelos grisalhos, mostrou que ainda sabe tocar guitarra como poucos e os demais membros não comprometeram.

O show foi mesclado com canções novas do EP The Capsule do ano passado e com os clássicos. A banda começou tocando o single lançado no ano passado “Every Man And Woman Is A Star” e já emendou a histórica “Rain” do álbum Love (1985). Conversando com os mais de 2 mil presentes, Ian foi comandando a plateia e apresentando as músicas. Clássicos não faltaram: “She Sells Sanctuary“, que fez tremer o local; “Love Removal Machine” emendada ao “Happy Birthday” ao aniversariante do dia; “Spiritwalker“, “Wild Flower“, “Lil’ Devil“, “Fire Woman“, “Sweet Soul Sister“, entre outras, também deram as caras.

Estranhamente, o The Cult não tocou um de seus maiores clássicos “Revolution” e o público sentiu a ausência de baladas mais românticas como “Edie (Ciao Baby)” ou “Painted on My Heart” do filme “60 Segundos“. Para compensar tais faltas e o visual, Ian encerra o show com a maravilhosa “Break on Through“, clássico dos clássicos do The Doors. Missão cumprida.

O The Cult continua “na ponta dos cascos”, com a mesma potência e ainda relevante. O glamour gótico, porém, fica apenas na retina da memória.

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