[Sylvio Micelli]

SINP realiza Seminário sobre Previdência e SPPrev a partir de hoje 0

SINP realiza Seminário sobre Previdência e SPPrev a partir de hoje

por Sylvio Micelli / FESPESP

O Conselho de Politica de Administração e Remuneração de Pessoal (SINP) realizará um seminário sobre a São Paulo Previdência (SPPrev) e a previdência complementar. O evento ocorre a partir de hoje (04) e vai até amanhã, na sede do Centro do Professorado Paulista (CPP). O encontro é restrito à participação de entidades representativas de Servidores Públicos do estado de São Paulo.

Segundo a Comissão Organizadora do evento, a ideia central do encontro é fazer uma análise sobre aspectos da Lei Complementar n° 1010/2007, que instituiu a São Paulo Previdência, bem como estudar as questões relativas à Previdência Complementar dos Servidores Públicos do Estado de São Paulo que, cedo ou tarde, acontecerá.

Mais informações sobre o seminário podem ser obtidas junto à Fespesp pelo telefone (11) 3104-3836.

Confira abaixo a programação que, segundo os organizadores, poderá ter convidados e horários alterados para adequação de agendas:

2° Seminário do Conselho de Política de Administração e Remuneração de Pessoal (SINP)

“SPPrev e Previdência Complementar”

QUARTA-FEIRA – 04 de maio de 2011

08 horas – Credenciamento e Café

09 horas – Abertura

09:30 horas – Painel 1: “A História do SINP”

Apresentação:

Carlos Ramiro de Castro (Presidente da Comissão do Pró Conselho do SINP)

José Gozze (Presidente da Federação das Entidades de Servidores Públicos do Estado de São Paulo – Fespesp)

10 horas – Painel 2: “A SPPrev”

Apresentação:

Ângelo D’Agostini Júnior (membro do Conselho de Administração da SPPrev
representando o Sindicato dos Trabalhadores Públicos da Saúde no Estado de São Paulo – SindSaúde)

Antonio Dorival Gamba (membro do Conselho de Administração da SPPrev
representando o Sindicato dos Agentes Fiscais de Rendas do Estado de São Paulo – Sinafresp)

11:30 horas – Debate

12:30 horas – Almoço

14 horas – Diagnóstico dos Governos no Estado de São Paulo
A Terceirização e a Situação do Funcionalismo no Estado

Apresentação:

Marcelo Chagas (Jornalista e Assessor do Sindicato dos Funcionários e Servidores da Educação – Afuse)

Ângelo D’Agostini Júnior (membro do Conselho de Administração da SPPrev
representando o Sindicato dos Trabalhadores Públicos da Saúde no Estado de São Paulo – SindSaúde)

QUINTA-FEIRA – 05 de maio de 2011

08:30 horas – Café da Manhã

09 horas – Painel 3: “Previdência Complementar”

Apresentação:

Carlos Henrique Flory * (Diretor-Presidente da São Paulo Previdência – SPPrev)

José Valdir Gomes (Diretor de Previdência Complementar da Fundação de Seguridade Social – Geap)

11:30 horas – Debate

12:30 horas – Almoço

14 horas – Debate sobre alterações da Lei Complementar n° 1010/2007

17 horas – Encerramento

(*) Presença a ser confirmada

Corinthians 1990: homenagem merecida, porém incompleta 0

Corinthians 1990: homenagem merecida, porém incompleta


por Sylvio Micelli

Texto originalmente escrito para o Blog Canelada

No último final de semana, em nosso Memorial, o Departamento Cultural do Sport Club Corinthians Paulista – o mais amado e mais odiado clube do planeta – prestou homenagem a dois importantes jogadores da conquista do primeiro título nacional do Timão em 1990. Os atletas são o goleiro Ronaldo Soares Giovanelli, maior arqueiro da história alvinegra com 601 participações e o “Xodó da Fiel”, José Ferreira Neto, ou simplesmente Neto, meia-atacante que com suas faltas e escanteios tirou o sono de muito zagueiro naquele campeonato e em outros.

As mãos de Ronaldo e os pés de Neto ficaram eternizados na Calçada da Fama da nação alvinegra. Tudo muito justo, muito merecido e eles realmente foram os dois principais jogadores e líderes daquela épica (como a maioria) conquista corinthiana.

Entretanto, a mim, faltou uma homenagem. Ele não era seguro como Ronaldo debaixo das traves, nem tampouco batia faltas com a perfeição milimétrica de Neto, mas sua estatura franzina e seus gols, sempre nos finais dos jogos, colaboraram e muito para que um time limitado do Corinthians, como aquele Campeão Brasileiro de 1990 saísse da 8ª colocação e nos “mata-matas” fosse eliminando cada um de seus adversários.

Trata-se de Pedro Francisco Garcia que, com esse nome ninguém conhece, mas sob a alcunha de Tupãzinho foi o “Talismã” da Fiel e marcou o decisivo e derradeiro gol daquele campeonato contra o poderoso São Paulo de Telê Santana, Zetti, Raí e tantos outros.

Então, Tupã, se um dia você ler esse post, fica aqui a minha singela homenagem.


O inesquecível título de 1990

Aquele campeonato nacional de 1990 foi especial por diversos aspectos. Primeiro, porque o clube mais popular do estado de São Paulo e o segundo maior do país (há controvérsias, porque somos o maior do mundo…) conquistava seu primeiro título brasileiro. Segundo, porque como reza a tradição corinthiana, foi um título regado a sangue, suor e lágrimas. Muito sangue. Muito suor. Muitas lágrimas.

O time do Corinthians, sendo muito sincero, não era dos melhores. Tinha um grande goleiro – Ronaldo e um meia-atacante matador – Neto. Contava com uma zaga voluntariosa e um ataque que dava para o gasto. Mas seu principal trunfo foi o espírito de um grupo fechado, aguerrido, o que foi suficiente para sagrar-se campeão.

Nas quartas-de-final no modelo “mata-mata” que o Corinthians sabe jogar como poucos, a equipe teve que enfrentar o Atlético Mineiro, até então, o líder do campeonato. No Pacaembu, o Galo sai na frente. Falha de Mauro e gol de cabeça de Gerson. Mas Neto – o maior expoente daquele time – fez dois gols e comandou a virada sobre os mineiros: 2 a 1. Na volta, no Mineirão, o Corinthians atacou demais, Ronaldo e o histórico goleiro Carlos, que já havia jogado no Corinthians, fecharam o gol e o 0 a 0 nos classificou.

Nas semifinais, mais uma virada contra o fortíssimo time do Bahia no Pacaembu. O ex-zagueiro do Corinthians, Wagner Basílio, fez 1 a 0 de falta. Paulo Rodrigues marcou contra numa jogada de Neto e Giba e empatou o jogo. Neto, de falta, numa cobrança perfeita, deu números finais ao jogo. Em Salvador, novo 0 a 0, time armado na defesa até os dentes, sem Neto que havia sido suspenso pelo terceiro cartão amarelo e a classificação para a final contra um velho conhecido: o São Paulo Futebol Clube.

Time por time, jogador por jogador, o Tricolor do Morumbi tinha uma seleção que se iniciava no banco com Telê Santana e que em campo tinha Zetti, Cafu, Antonio Carlos, Ivan e Leonardo; Flávio, Bernardo e Raí; Mário Tilico, Eliel e Elivélton.

Mas o Corinthians conseguiu o que se pensava impossível: duas vitórias por 1 a 0.

No primeiro jogo, logo no começo, Neto cobra uma falta da intermediária e Wilson Mano escora quase de joelho contra o goleiro Zetti. 1 a 0. No segundo jogo, o São Paulo começou melhor. Atacou mais, teve chances, mas o povo já sabe que quem não faz, toma. E numa bela tabelinha entre Tupãzinho e Fabinho, que envolveram a defesa tricolor, gol de Tupã. E fim de papo. O mesmo Morumbi que viu o fim da fila em 1977, viu um time valente ser Campeão Brasileiro.

Para lembrar o Timão daquele 16 de dezembro de 1990, nossos valorosos atletas que foram a campo treinados por Nelsinho Baptista eram: Ronaldo, Giba, Marcelo Djian, Guinei e Jacenir; Márcio, Wilson Mano e Neto (Ezequiel); Fabinho, Tupãzinho e Mauro (Paulo Sérgio). Além da conquista inédita, foi um presente de grego ao São Paulo Futebol Clube, que aniversaria no mesmo dia.

Finais do Paulistão e os times que não gostam mais de ganhar dinheiro 1

Finais do Paulistão e os times que não gostam mais de ganhar dinheiro


por Sylvio Micelli

Texto originalmente escrito para o Blog Canelada

Houve um tempo no futebol paulista e também no brasileiro (nem faz tanto tempo assim), que os clássicos eram disputados no estádio Cícero Pompeu de Toledo. Não importava o campeonato, não importava se era começo, meio ou fim de torneio. Era clássico, era no Morumbi.

Particularmente, sempre tive muito respeito (e muitas alegrias) pelo (no) Morumbi. Até entendo as rusgas da atual diretoria do Corinthians e do São Paulo e a ausência de clássicos por lá. Posso até brincar com os meus vários amigos sãopaulinos sobre o querido “panetone”, mas é dever de ofício reconhecer que o São Paulo teve competência e até habilidade política para ter o seu estádio e que sempre ganhou muito dinheiro com todos os clubes.

Aliás… todos ganhavam. Quantas jornadas memoráveis, jogos inesquecíveis que estes olhos já viram lá no Jardim Leonor.

Então, fico inconformado quando as finais do Campeonato Paulista, envolvendo clubes grandes, são feitas fora do Morumbi. É algo incompreensível e que ainda não me habituei, porque não foi assim que eu fui criado. Cansei de sair lá do Jaçanã (extremo norte da Capital), vir até à “Cidade” (Centro) para pegar o ônibus Jardim Colombo e descer na porta do Morumba para ver meu Coringão em finais do Campeonato Paulista, Rio-São Paulo, Brasileiro, Copa do Brasil e até a primeira fase do Mundial.

Parece que os clubes não querem mais ganhar dinheiro por picuínha ou em nome de uma “pseudo” vantagem de jogar em casa e, neste caso, a Federação Paulista de Futebol, que tem os mandos da final do Campeonato Paulista, deveria determinar a realização das finais no maior estádio da capital. A própria classificação de Santos e Corinthians comprovam que o fator campo, pode até auxiliar, mas não é garantia inequívoca de sucesso.

Mas, infelizmente, os tempos são outros e vão me chamar de nostálgico mais uma vez. A tal da “modernidade” do futebol não permite mais que duas torcidas assistam ao jogo e que coloquem 70, 80, 120, 140 mil pessoas dentro de um estádio. A Polícia Militar, com o devido respeito aos valorosos companheiros, quer sombra, água fresca e botina larga. Quer um jogo de uma única torcida acreditando que vão evitar confusões que ocorrem bem longe do estádio. A TV está na dela. Com mil torcedores ou cem mil, não se alteram as cotas de patrocínio e ainda valoriza-se os canais de pay-per-view.

Enfim, desabafo feito, as finais do Campeonato Paulista 2011 entre Santos e Corinthians, acontecem nos dois próximos domingos, 08 e 15, às 16 horas. O primeiro jogo acontece no Pacaembu e o segundo, na Vila Belmiro.

Lamentável!

Clube dos 13: o último que sair apague a luz 0

Clube dos 13: o último que sair apague a luz


por Sylvio Micelli

Texto originalmente escrito para o Blog Canelada

O Clube dos 13, ainda não acabou, mas respira por aparelhos. Com a saída formal do São Paulo da vice-presidência da Entidade, até é possível que o C-13 permaneça numa outra ótica, talvez valorizado por outros clubes, mas o filet mignon acabou.

Movido por interesses políticos diversos e contrapondo-se à Confederação Brasileira de Futebol, o Clube dos 13 teve lá sua finalidade em 1987, em tempos bicudos do futebol brasileiro, mas hoje é plenamente dispensável como um apêndice a ser extirpado.

Não nutro amores pela CBF, muito menos pelo sultanato de Ricardo Teixeira, mas a finalidade do Clube dos 13, hoje, era servir de atravessador, especialmente nos milhões de reais envolvidos nos direitos de transmissão de TV dos campeonatos nacionais.

O Corinthians, que puxou a fila e pediu sua desfiliação em fevereiro passado, negou-se a receber menos do que a sua diretoria entendia ser o ideal. Inicialmente criticado pela atitude e principalmente acusado de ser estafeta da CBF, o presidente Andrés Sánchez, mais cedo ou mais tarde, foi seguido pelas outras grandes equipes do futebol brasileiro e negociou diretamente com a TV Globo, os direitos de transmissão até 2014. Andrés, certamente, não é santo. Mas… alguém é?

Também não morro de amores pela Globo, mas seria muita ingenuidade acreditar que ela deixaria de transmitir os principais jogos do país. Já escrevi e reitero, que o ideal era a intervenção estatal na transmissão como ocorre na Argentina, mas aqui no Brasil, não há peito para tanto.

Então, fica do jeito que está. Certamente, as negociações foram benéficas aos clubes, pois, do contrário teriam voltado ao C-13. Um clube ou outro pode ter questionado o valor do seu “direito de arena”, mas ao final foram e serão todos beneficiados.

Lá na frente, em 2014, saberemos se a atitude do Corinthians, criticada no início e seguida depois por todos, estava correta ou não. Certamente, as demais equipes não agradecerão. Mas uma coisa é certa: se houver prejuízo, vão bater no Timão. Se tiverem lucro, certamente se calarão.

SINP realiza Seminário sobre Previdência e SPPrev nesta semana 0

SINP realiza Seminário sobre Previdência e SPPrev nesta semana

por Sylvio Micelli / FESPESP

O Conselho de Politica de Administração e Remuneração de Pessoal (SINP) realizará um seminário sobre a São Paulo Previdência (SPPrev) e a previdência complementar. O evento ocorre nesta semana, nos dias 04 e 05 de maio, na sede do Centro do Professorado Paulista (CPP). O encontro é restrito à participação de entidades representativas de Servidores Públicos do estado de São Paulo.

Segundo a Comissão Organizadora do evento, a ideia central do encontro é fazer uma análise sobre aspectos da Lei Complementar n° 1010/2007, que instituiu a São Paulo Previdência, bem como estudar as questões relativas à Previdência Complementar dos Servidores Públicos do Estado de São Paulo que, cedo ou tarde, acontecerá.

Mais informações sobre o seminário podem ser obtidas junto à Fespesp pelo telefone (11) 3104-3836.

Confira abaixo a programação que, segundo os organizadores, poderá ter convidados e horários alterados para adequação de agendas:
2° Seminário do Conselho de Política de Administração e Remuneração de Pessoal (SINP)

“SPPrev e Previdência Complementar”

QUARTA-FEIRA – 04 de maio de 2011

08 horas – Credenciamento e Café

09 horas – Abertura

09:30 horas – Painel 1: “A História do SINP”

Apresentação:

Carlos Ramiro de Castro (Presidente da Comissão do Pró Conselho do SINP)

José Gozze (Presidente da Federação das Entidades de Servidores Públicos do Estado de São Paulo – Fespesp)

10 horas – Painel 2: “A SPPrev”

Apresentação:

Ângelo D’Agostini Júnior (membro do Conselho de Administração da SPPrev
representando o Sindicato dos Trabalhadores Públicos da Saúde no Estado de São Paulo – SindSaúde)

Antonio Dorival Gamba (membro do Conselho de Administração da SPPrev
representando o Sindicato dos Agentes Fiscais de Rendas do Estado de São Paulo – Sinafresp)

11:30 horas – Debate

12:30 horas – Almoço

14 horas – Diagnóstico dos Governos no Estado de São Paulo
A Terceirização e a Situação do Funcionalismo no Estado

Apresentação:

Marcelo Chagas (Jornalista e Assessor do Sindicato dos Funcionários e Servidores da Educação – Afuse)

Ângelo D’Agostini Júnior (membro do Conselho de Administração da SPPrev
representando o Sindicato dos Trabalhadores Públicos da Saúde no Estado de São Paulo – SindSaúde)

QUINTA-FEIRA – 05 de maio de 2011

08:30 horas – Café da Manhã

09 horas – Painel 3: “Previdência Complementar”

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Carlos Henrique Flory * (Diretor-Presidente da São Paulo Previdência – SPPrev)

José Valdir Gomes (Diretor de Previdência Complementar da Fundação de Seguridade Social – Geap)

11:30 horas – Debate

12:30 horas – Almoço

14 horas – Debate sobre alterações da Lei Complementar n° 1010/2007

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