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Zico está de volta. Ganha o futebol!

Zico - Imagem do site Magia Rubronegrapor Sylvio Micelli

Com imensa alegria, o Brasil e o mundo receberam a notícia do retorno de Zico para o futebol. Ele será o novo executivo de futebol do Flamengo e sem remuneração. Foi um golaço da presidente Patrícia Amorim.

A informação veio do próprio Zico por meio de sua conta no Twitter. Em tempos de comunicação total das redes sociais, a notícia se espalhou numa velocidade absurda.

Arthur Antunes Coimbra foi o jogador mais completo que vi atuar. Seu único defeito foi nunca ter defendido o Corinthians, mas até aí, ninguém é perfeito.

Brincadeiras a parte, o Flamengo acertou em cheio. Há muitos anos, a equipe mais popular do Brasil (há controvérsias!) precisa deste, digamos, ânimo e nada melhor que contar com o seu maior jogador para esta empreitada. Zico terá um enorme trabalho pela frente, mas seu amor pelo Clube de Regatas Flamengo é inquestionável e compensará o sacrifício.

Sua capacidade, então, não se pode mensurar. Trata-se de um sujeito competente, sério, honesto, ou seja, um oásis no futebol de hoje. É um dos maiores jogadores do mundo e ainda ajudou a difundir o esporte no continente asiático. Por um acaso do destino não foi campeão do mundo nas copas que disputou (1978 / 1982 / 1986), mas isso não minimiza sua história.

Torço para que outros clubes ajam da mesma forma.

Aliás, Corinthians… quando o Sócrates será tratado como o gênio que foi?

Voltou o brilho da Fórmula 1?

F1 Official Logopor Sylvio Micelli

Acompanho corridas de Fórmula 1 desde o longínquo ano de 1979. Tinha 8 anos.

Era apaixonado pelo arrojo do Gilles Villeneuve e, por influência da famiglia italiana, era ferrarista. Os tempos eram outros e sei que muitos hão de criticar-me por aquilo que se convencionou chamar de saudosismo.

Para se ter uma ideia, em 1979 o campeonato era totalmente diferente do que ocorre mais de três décadas depois. O sistema de pontuação não era tão generoso como hoje. Apenas os seis primeiros pontuavam. O primeiro colocado ganhava nove pontos e o sexto, um pontinho. Isso tornava a disputa ainda mais acirrada. Uma outra curiosidade da época é que se contavam os pontos dos quatro melhores resultados nas sete primeiras provas e os quatro melhores resultados nas oito últimas provas.

Ainda lembro-me das vitórias de Jacques Laffite da saudosa Ligier nas provas da América do Sul que abriam a temporada daquele ano. Foram as corridas de Buenos Aires (dos tempos do inesquecível Carlos Reutemann) e aqui em Interlagos (São Paulo). Por sinal, durante muitos anos as provas disputadas no Brasil aconteciam em Interlagos e Jacarepaguá (Rio de Janeiro), alternadamente.

Nostalgia a parte, ao longo dos anos 80 e 90 vi as histórias construídas de grandes pilotos nacionais (com destaque para os tricampeonatos de Nelson Piquet e Ayrton Senna) e dos grandes concorrentes internacionais. São tantos nomes mas destaco, por gosto pessoal, Nigel Mansell, Niki Lauda, Alan Jones, Alain Prost, Gerhard Berger e Riccardo Patrese.

Nos anos 2000 habituei-me a ver a supremacia de Michael Schumacher e as chorumelas de um piloto, limitado e reclamão, chamado Rubens Barrichello.

Para quem está na faixa acima dos 30 anos deve se lembrar de como o couro comia com os pilotos dentro da mesma equipe. O exemplo máximo está nas duas decisões dos campeonatos de 1989 e 1990 que envolveram Alain Prost e Ayrton Senna para júbilo da McLaren. Naquela época, a equipe não interferia (ou pouco interferia) na disputa dos pilotos, independente do desfecho.

Num dado momento, para minha tristeza, justamente a Ferrari resolveu alterar os resultados das provas. O maior escândalo foi no GP da Áustria em 12 de maio de 2002. Para quem não se lembra, Barrichello liderava a prova e iria vencer, mas cedeu à pressão da equipe e permitiu a ultrapassagem de Schumacher no último metro de pista. Não vou entrar no mérito da atitude do Barrichello, porque cada um poderá ter uma opinião. A minha, obviamente, é crítica ao piloto brasileiro que, para mim, tornou-se desprezível.

Por esses e outros motivos fui esquecendo da Fórmula 1 nas manhãs dominicais.

Mas hoje, sabe-se lá porquê, vi a metade final do GP da Turquia. Duas cenas fizeram com que eu lembrasse daqueles tempos nostálgicos que relatei aqui. Primeiro, a disputa entre Sebastian Vettel e Mark Webber, ambos da Red Bull Racing. Tudo bem que o Vettel colocou, literamente, os pés pelas mãos, mas houve uma disputa entre pilotos do mesmo potencial e de uma mesma escuderia.

Logo em seguida, Lewis Hamilton e Jenson Button, ambos da McLaren, protagonizaram aquela cena clássica que estava esquecida no meu cérebro: a disputa palmo a palmo, o “X” e a troca de posições… Não tive como não lembrar, ainda mais em se tratando de McLaren das deliciosas disputas de Prost e Senna que causaram até incidentes diplomáticos!

Espero que a magia e a boa pilotagem tenham voltado à Fórmula 1. E tomara que as equipes não interfiram nos resultados e que se lembrem que os artistas são os pilotos.

Estarei ligado, desde o início, no próximo GP que ocorre no Canadá em 13 de junho e cujo autódromo leva o nome de Gilles Villeneuve, aquele mesmo louco que prendia a minha atenção naqueles domingos da minha infância.

Assetj realiza abertura dos Jogos do Judiciário no próximo sábado (08)

Jogos do Judiciário da Assetj - Arte: César Villamaior (Assetj)por Sylvio Micelli / ASSETJ

A Associação dos Servidores do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (Assetj), por meio de sua Diretoria de Esportes, convida para a Abertura Oficial da XXII Edição dos Jogos do Judiciário – Fase Capital, em cerimônia que acontece no próximo sábado, 08 de maio à partir das 08 horas no Ginásio da Pró-Sport na Rua Rocha, 583, na Bela Vista em São Paulo.

Devido a uma reestruturação no calendário de eventos da associação, a Fase Capital dos Jogos do Judiciário será realizada no primeiro semestre de 2010.

Confira o cronograma:

08/05/2010 – 08 horas – Cerimônia de Abertura

08/05/2010 – 10 horas – Partida  Inaugural. Em seguida serão realizados três jogos entre 11 e 13 horas.

As rodadas 15/05/2010 à 19/06/2010 terá jogos todos sábados das 08 às 13 horas

Os jogos finais serão realizados no dia 26/06/2010, assim dispostos:

08 às 11 horas – Jogos Finais

12 horas – Cerimônia de Encerramento

Para a Fase Capital inscreveram-se as seguintes equipes:

Futsal Principal: Alphavella, Artigo 288, Asejesp, Black Star, Grêmio Justiça da Penha e Poder Negro
Futsal Master: Asejesp e Poder Negro
Futsal Sênior: Asejesp e Black Star

Um pouco mais sobre os Jogos

Composto  por duas fases distintas – Capital e Estadual – os Jogos do Judiciário tem por finalidade promover o incentivo às práticas desportivas e proporcionar a integração social da família forense, bem como de todo o funcionalismo publico paulista. É disputado nas categorias sênior, master e adulto, nas modalidades de Futsal, Basquetebol e Voleibol, masculino e feminino.

A Fase Estadual é disputada entre os dias 04 a 08 de Dezembro, em homenagem ao Dia da Justiça e conta com a participação dos mais bem classificados na Fase Capital que se unem às equipes do Interior e do Litoral paulista, com a presença de cerca de 400 atletas e 200 familiares/dependentes, acomodados sempre em cidades com boa infra-estrutura (ginásios de esportes e rede hoteleira), contando com farta Agenda Esportiva e Social como bailes, passeios, confraternizações diversas e festa de encerramento.

Ambas as fases contam com Cerimônias de Abertura e Encerramento, além da distribuição de troféus e medalhas.

Mais informações podem ser obtidas com César pelo (11) 3291-4077 ramal 216.

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Sylvio Micelli

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