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Opinião de Sylvio Micelli sobre capa da Revista Época a Michel Teló é publicada no Observatório e no AdNews 0

Opinião de Sylvio Micelli sobre capa da Revista Época a Michel Teló é publicada no Observatório e no AdNews

O site Observatório da Imprensa, especializado na visão crítica do trabalho da mídia, publicou o artigo “Teló, BBB e os conceitos sobre cultura” do jornalista Sylvio Micelli.

No artigo, Micelli faz críticas à revista que elevou o cantor ao “Parthenon” da cultura brasileira ao apresentá-lo como a tradução de “valores da cultura popular para os brasileiros de todas as classes”. O jornalista também critica mais uma edição do Big Brother Brasil e afirma tratar-se de busca da hegemonia da massificação pela grande mídia.

Para publicação no site do OI o artigo teve intertítulos colocados pela edição. Está publicado na seção “Leituras de Época“.

O Observatório da Imprensa é uma iniciativa do Projor – Instituto para o Desenvolvimento do Jornalismo e projeto original do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). É um veículo jornalístico focado na crítica da mídia, com presença regular na internet desde abril de 1996.

AdNews também publica

O site AdNews, especializado em mídia, informação e publicidade, reproduziu o material do Observatório.

Criado em 1999, o Adnews nasceu na internet para alimentar o mercado de propaganda, tecnologia e mídia sempre sob o conceito de convergência de plataforma. Após 10 anos de especialização no formato digital, o conteúdo se desdobrou para a TV e revista a fim de abranger mais público e transmitir o mesmo DNA de novidades com credibilidade e qualidade.

Independente da plataforma o compromisso primordial é com o leitor, para que ele esteja sempre à frente do seu tempo no que diz respeito à comunicação.

Leia o artigo no site Observatório da Imprensa

Leia o artigo no site AdNews

Leia o artigo no blog do jornalista Sylvio Micelli

Folha de S.Paulo noticia CPI do Judiciário paulista… menos para São Paulo 6

Folha de S.Paulo noticia CPI do Judiciário paulista… menos para São Paulo

por Sylvio Micelli / ASSETJ

O jornal Folha de São Paulo, em sua edição do último dia 17 de dezembro, noticiou que os deputados Roberto Massafera (PSDB) e Antonio Salim Curiati (PP) retiraram suas assinaturas do pedido de instalação de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Judiciário de São Paulo, proposto pelo deputado Carlos Giannazi (PSOL).

A matéria intitulada “Pressão de juízes barra CPI sobre TJ-SP”, redigida pelo colega Fernando Gallo relata o “trabalho” feito pelos deputados Campos Machado (PTB) e Vaz de Lima (PSDB) para que os dois parlamentares retirassem as assinaturas, o que inviabilizou a instalação da CPI.

O detalhe é que a informação circulou apenas na edição nacional do jornal, ou seja, menos para São Paulo – estado maior interessado – e Brasília. Nas duas praças, a notícia sobre a CPI foi substituída pela possível nomeação pelo governador Geraldo Alckmin, do reitor Herman Voorwald da Universidade Estadual Paulista (Unesp) para a secretaria de Educação, o que de fato aconteceu.

A assessoria do deputado Carlos Giannazi achou a situação estranha e também reconhecemos que o fato é inusitado. Em contato com a redação, o jornal afirmou que a edição nacional, que circula em todo o País, ficou pronta antes das edições feitas exclusivamente para São Paulo e a Capital Federal. A editoria “entendeu” que a nomeação do novo secretário “era mais importante”.

Sendo assim, resta a dúvida: por que a Folha mantém uma notícia de interesse da população do estado de São Paulo, sem que esta circule no próprio estado, nem na Internet? Que cada um tire suas próprias conclusões.

A assessoria do parlamentar ficou de averiguar a questão.

CLIQUE AQUI E VEJA A EDIÇÃO NACIONAL

CLIQUE AQUI E VEJA A EDIÇÃO QUE CIRCULOU NAS PRAÇAS DE SÃO PAULO E BRASÍLIA

Dois artigos do jornalista Sylvio Micelli são publicados no Observatório da Imprensa 1

Dois artigos do jornalista Sylvio Micelli são publicados no Observatório da Imprensa

O site Observatório da Imprensa, especializado na visão crítica do trabalho da mídia, publicou dois artigos do jornalista Sylvio Micelli:  “Liberdade de imprensa e a imprensa liberta” e “O pobre menino rico”.


No primeiro artigo, Micelli faz uma análise das atuais discussões sobre o comportamento da grande mídia, critica reportagem da Revista Veja e destaca o crescimento da chamada mídia alternativa, alicerçada por blogues e redes sociais, como forma de equilibrar a prática do Jornalismo no Brasil.

No segundo artigo, o jornalista comenta as discussões que envolveram o caso Neymar criticando a postura do atleta e da diretoria do clube que preferiu demitir o técnico a dar o suporte psicológico necessário ao jogador.


Para publicação no site do OI, ambos os textos foram adaptados ao formato do portal.

O Observatório da Imprensa é uma iniciativa do Projor – Instituto para o Desenvolvimento do Jornalismo e projeto original do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). É um veículo jornalístico focado na crítica da mídia, com presença regular na internet desde abril de 1996.

Nascido como site na web, em maio de 1998 o Observatório da Imprensa ganhou uma versão televisiva, produzida pela TVE do Rio de Janeiro e TV Cultura de São Paulo, e transmitida semanalmente pela Rede Pública de Televisão (confira a grade horária no site do programa).

Em maio de 2005, o Observatório da Imprensa chegou ao rádio, com um programa diário transmitido pela rádio Cultura FM de São Paulo, rádios MEC AM e FM do Rio de Janeiro, e rádios Nacional AM e FM de Brasília. Os áudios dos programas, na forma de um blog, estão disponíveis no site do OI.

Leia o artigo “Liberdade de imprensa e a imprensa liberta” no site Observatório da Imprensa

Leia o artigo “O pobre menino rico” no site Observatório da Imprensa

Leia o artigo “Liberdade de imprensa e a imprensa liberta” no blog do jornalista Sylvio Micelli

Leia o artigo “O pobre menino rico” no blog do jornalista Sylvio Micelli

Opinião de Sylvio Micelli sobre “Caso Bruno” é publicado no Observatório da Imprensa 1

Opinião de Sylvio Micelli sobre “Caso Bruno” é publicado no Observatório da Imprensa

O site Observatório da Imprensa, especializado na visão crítica do trabalho da mídia, publicou o artigo “O machismo na cobertura de crimes passionais” do jornalista Sylvio Micelli.

No artigo, Micelli opina mais sobre a mídia na cobertura do caso, do que o caso propriamente dito.

Para publicação no site do OI o artigo teve intertítulos colocados pela edição. Está publicado na seção “Jornal de Debates”.


O Observatório da Imprensa é uma iniciativa do Projor – Instituto para o Desenvolvimento do Jornalismo e projeto original do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). É um veículo jornalístico focado na crítica da mídia, com presença regular na internet desde abril de 1996.

Nascido como site na web, em maio de 1998 o Observatório da Imprensa ganhou uma versão televisiva, produzida pela TVE do Rio de Janeiro e TV Cultura de São Paulo, e transmitida semanalmente pela Rede Pública de Televisão (confira a grade horária no site do programa).

Em maio de 2005, o Observatório da Imprensa chegou ao rádio, com um programa diário transmitido pela rádio Cultura FM de São Paulo, rádios MEC AM e FM do Rio de Janeiro, e rádios Nacional AM e FM de Brasília. Os áudios dos programas, na forma de um blog, estão disponíveis no site do OI.

Leia o artigo no site Observatório da Imprensa

Leia o artigo no blog do jornalista Sylvio Micelli

Acabou a Copa Mercosul… 0

Acabou a Copa Mercosul…

por Sylvio Micelli

Na semana passada, quando começaram as disputas das quartas de final da Copa do Mundo da África do Sul, enchi-me de esperança e orgulho e decretei a muitos amigos: “vamos transformar isso numa Copa América dentro da Copa do Mundo”. Até chegaram a corrigir-me. Era, na verdade, uma Copa Mercosul pois Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai classificaram-se entre os oito melhores. E os quatro países fazem parte deste imbróglio chamado Mercado Comum do Sul, uma união aduaneira de livre comércio intrazona e política comercial comum que se arrasta desde a sua formação em 1995. Mas isso é uma outra história.

Voltando à Copa do Mundo eu via no horizonte uma final apoteótica entre Brasil e Argentina, o que era plenamente possível. Seriam semifinais entre Brasil e Uruguai e outra disputa entre Argentina e Paraguai.

A trilha do caminho mostrou-me, porém, que o futebol europeu mesmo sendo pasteurizado e talvez desprovido de emoção é tecnicamente perfeito. Parece até aquela escola de samba que não empolga na avenida, mas que tecnicamente cumpre todos os requisitos e é campeã.

Nosotros fomos sendo despedaçados pelo caminho. Primeiro, o Brasil. Perdeu o jogo e a cabeça para uma Holanda longe de suas melhores equipes mas que chega à final. Depois a Argentina com Messi, Tevez e Maradona foi estraçalhada pela Alemanha. Foram recebidos com alegria por seu povo, mas decepcionaram. O Paraguai caiu de pé. Vendeu caro a derrota para a Espanha. E de quebra apresentou a modelo Larissa Riquelme para o mundo.

O Uruguai foi mais longe. Conseguiu vencer Gana nos pênaltis depois de um jogo histórico, quando um outro pênalti contra cometido por Luis Suárez no último instante de jogo e perdido por Gyan deu aos uruguaios o ânimo necessário para a disputa final. Perdeu hoje da Holanda por 3 a 2. Mas foi por pouco. Mesmo com suas limitações, a aguerrida Celeste Olímpica, que chegou desacreditada à África do Sul, foi a melhor equipe sulamericana. Vamos lembrar que o Uruguai só foi à Copa na repescagem contra a Costa Rica.

A Holanda está na final. De outro lado virá Alemanha ou Espanha. Provavelmente, a Alemanha passa e deve ser campeã. Mas na horrorosa Copa da Jabulani tudo é possível.

Para mim, a Copa acabou.

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