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Bolsonaro e a arte de gastar vela com defunto ruim 1

Bolsonaro e a arte de gastar vela com defunto ruim

por Sylvio Micelli

O deputado federal Jair Bolsonaro (PP/RJ), com a devida vênia, é um babaca. Sempre foi. Egresso das sombras do regime militar ele é nazista, fascista, racista e homofóbico. Ou seja, um perfeito imbecil, se é que alguém pode ser perfeito em algo.

Bolsonaro, porém, não está só. Seus filhos seguem seus passos na política do estado do Rio de Janeiro que, paradoxalmente, sempre teve a mente aberta. Carlos foi o vereador mais jovem eleito na história do país, com apenas 17 anos. Flávio, deputado fluminense desde 2003, pasmem, preside a Comissão Especial de Planejamento Familiar. O pai está na sexta legislatura na Câmara dos Deputados. Não é pouca coisa.

Presto todas essas informações para reiterar que a Família Bolsonaro virou “grife”, tem até blog na Internet e não está só. Há um nicho (nada pequeno) do eleitorado que comunga dos “ideais” de extrema direita defendidos pelo pai, em Brasília, e por sua prole no Rio. Para quem não sabe, há duas décadas em Brasília, Jair Bolsonaro foi o 11º deputado federal mais votado com quase 121 mil votos, o que equivale a 1,5% do eleitorado fluminense. Repito: não é pouca coisa.

A questão principal, nesta confusão toda, ainda não foi abordada e muita vela se tem gasto com o defunto ruim que Bolsonaro é. Ele está tendo, sem merecer, uma grande mídia nacional que pode ampliar o poder de suas declarações estúpidas e decrépitas.

Parlamentares de mente oxigenada protocolaram pedidos contra ele, petições online surgem pela Internet e, bem provável, teremos atos públicos contra o parlamentar. Tudo válido e democrático, sem dúvida, mas de pouca resolutividade.

Bolsonaro tem a maldita im(p)unidade par(a)lamentar e, dificilmente, algo acontecerá com ele que já até chamou uma deputada de “vagabunda” diante das câmeras de TV.

A entrevista de Bolsonaro no CQC da última segunda, e que gerou todas essas discussões, só demonstrou ao País que o preconceito, qualquer que seja ele, ainda é tratado de forma hipócrita, camuflada, mesmo com as dezenas de ONGs e instituições a defender as minorias.

Bolsonaro é apenas a ponta do iceberg. Tem muito mais lixo com a mesma opinião. E isso só será revertido por meio de educação, punições severas e cumprimento da lei.

Vice-Presidente da ASSETJ é reeleito presidente da CCM Iamspe 0

Vice-Presidente da ASSETJ é reeleito presidente da CCM Iamspe


Representantes do Funcionalismo, usuários do instituto, fazem parte da entidade que se reúne mensalmente

Por decisão unânime da plenária da Comissão Consultiva Mista do Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual [CCM-Iamspe], no último dia 24 de fevereiro, o atual presidente Sylvio Micelli, Vice-Presidente e Diretor de Comunicação da Associação dos Servidores do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (Assetj), foi reconduzido ao cargo para o período 2011 / 2013. Ao seu lado atuarão como primeiro e segundo vice-presidente, José Luiz Moreno Prado Leite (Comissão Municipal de Tremembé e Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo – Apeoesp) e João Elisio Fonseca (Associação dos Servidores Aposentados e Pensionistas da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo – Aspal), respectivamente.

A CCM Iamspe é um órgão consultivo que reúne cerca de 50 entidades representativas do funcionalismo público estadual, além de várias comissões regionais e municipais, que se encontram mensalmente para interagir com as ações administrativas e discutir propostas de melhoria para o Iamspe. Completou 27 anos de existência no mês de janeiro e durante seu VII Encontro Estadual, realizado no ano passado, foi feito o lançamento do livro “CCM Iamspe: muito mais que 2%” de autoria de Sylvio Micelli.

Também foram eleitos para compor as coordenadorias de apoio à Mesa Diretora:

Capital: Célia Regina Palma Martins (Associação dos Funcionários da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo – Afalesp) e Maria da Guarda Rocha (Sindicato dos Trabalhadores Públicos da Saúde do Estado de São Paulo – Sindsaúde)

Grande São Paulo: Maria Antonia de Oliveira Vedovato (Sindicato de Supervisores de Ensino do Magistério Oficial no Estado de São Paulo – Apase) e Rosalina Chinone (Sindicato de Especialistas de Educação do Magistério Oficial do Estado de São Paulo – Udemo)

Interior: Idenilde de Almeida Conceição (Comissão Regional de Bauru e Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo – Apeoesp) e Luiz da Silva Filho (Comissão Municipal de Presidente Venceslau e Sindicato dos Funcionários dos Sistema Prisional do Estado de São Paulo – Sifuspesp)

Litoral: Guilherme Coelho de Souza Nascimento (Centro Associativo dos Profissionais de Ensino do Estado de São Paulo – Capesp) e Jupyra Dias de Campos Junqueira (Comissão Municipal de Caraguatatuba e Centro do Professorado Paulista – CPP)

Informou a CCM Iamspe com boletim da Comunicação Instituicional do Iamspe

Salário Mínimo: a discussão de dois bêbados por uma garrafa de pinga 1

Salário Mínimo: a discussão de dois bêbados por uma garrafa de pinga

por Sylvio Micelli

A presidente Dilma Rousseff (PT) chega aos 50 dias de governo, cercada pelas discussões que envolvem o salário mínimo nacional. Salvo melhor juízo, é a questão mais relevante desde sua posse e que está diretamente relacionada ao Executivo e, obviamente, ao Legislativo nacionais.

Depois de um verdadeiro “leilão” de propostas com valores de R$ 540, R$ 545, R$ 560 e até R$ 600, a Câmara dos Deputados aprovou, na semana passada, a proposta original do governo de R$ 545, rejeitando-se todas as emendas que visavam majorar o valor. O Senado Federal não mexeu na proposta. Isso significa que o mínimo terá o gigantesco reajuste de R$ 1,17 por dia.

Diferentemente do aumento de mais de 61%, que os parlamentares votaram para si mesmos no final do ano passado gerando uma “revolta” nacional, as discussões sobre o mínimo nacional se arrastam e, para mim, parecem mais a discussão de dois bêbados por uma garrafa de pinga. Toda vez é sempre a mesma coisa. Os governantes de plantão, quaisquer que sejam eles, usam da mesma retórica neoliberal que, pensávamos, estava morta, cremada e dissolvida.

Mas a coisa não é bem assim. A discurseira é sempre a mesma. Que “o aumento de um real, impacta em não sei quantos milhões” e o aumento do mínimo continua, efetivamente, mínimo, esquálido, patético.

Em que pese respeitar, mesmo não concordando com programas assistencialistas do tipo “Bolsa Família” e outros, entendo que a majoração real do salário mínimo faria com que nossa economia expandisse. A mim, é importante que as classes C ou D possam comprar iogurte ou financiar passagens aéreas. Mas, sinceramente, preferiria que a classe D chegasse à classe C, que chegasse à classe B e assim, sucessivamente. A concentração de renda no Brasil continua ultrajante e nada é feito.

Nosso salário mínimo, cerca de US$ 328, continua sendo um dos menores do mundo. Vale ressaltar que ele teve um considerável aumento durante os oito anos do governo Lula, mas ainda assim, está muitíssimo aquém das reais necessidades do trabalhador. O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, o respeitável Dieese, aponta que o salário mínimo, hoje, deveria ser de R$ 2.194,00 para custear uma família de quatro pessoas com suas necessidades básicas que são moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social. Ou seja, R$ 545 não representa nem 25% disso.

O amigo jornalista Altamiro Borges, editor do Portal Vermelho, foi muito feliz no seu “O início preocupante do governo Dilma“. Miro avalia que o “corte cirúrgico de 50 bilhões no Orçamento da União confirma que os tecnocratas neoliberais estão com a bola toda no início do novo governo. Eles já bombardearam a proposta de aumento real do salário mínimo, aplaudiram a decisão do Banco Central de elevar a taxa de juros e, agora, festejam os cortes nos gastos púbicos. Tudo bem ao gosto das elites rentistas e para delírio da mídia do capital, que agora decidiu bajular a nova presidenta”.

O que devemos lamentar é que, num governo petista, o mesmo grupo que ironizou o aumento do mínimo em 2000, à época em 19,2%, agora acredita que a majoração em percentuais acima de 6,86% é impossível. Tudo isso em nome da tal governabilidade, esse monstro que unifica ideologias e rasga bandeiras de luta.

É, Dilma. Mais neoliberal impossível.

José Serra: o mal perdedor mau 2

José Serra: o mal perdedor mau

por Sylvio Micelli

Antes que os censores tucanos de plantão me critiquem, que fique bem claro: não sou petista, nem lulista, nem dilmista. Meu candidato a presidente não chegou ao segundo turno. Não cabe aqui informar meu voto, mas tenham certeza de que sempre votei com a esquerda, desde 1989 quando pude exercer o direito/dever de votar. E para bom entendedor, meia cédula já basta.

No segundo turno das eleições presidenciais anulei meu voto. Cumpri com o tal do dever cívico, apenas. Não quero aqui convencer um ou outro lado sobre os motivos. Até porque, o baixo nível da campanha transformou a eleição num jogo de futebol inconsequente onde todos reclamavam e ninguém tinha razão. Não vi, enfim, em nenhum dos dois candidatos, uma oportunidade, ainda que mínima, de real mudança.

Passado o pleito, Dilma Rousseff tornou-se a primeira mulher presidente do Brasil. E ponto final, gostem ou não. Será a continuidade de Lula (para o bem ou para o mal) como, aliás, deixou bem claro durante a campanha (ela não enganou ninguém) e ratificou esta postura com a manutenção de peças chaves nos ministérios mais complexos.

Habitué da rede social Twitter, o candidato derrotado José Serra tem aparecido nos últimos tempos apenas para alfinetar e espicaçar (com seu bico tucano) o atual governo. Já usou as chuvas torrenciais que devem, ao final da contagem dos corpos, totalizar mais de mil mortos. Também fez uso do frágil argumento dos juros altos para defenestrar o governo Dilma e fez analogias sobre o “fisiologismo” na disputa de cargos. Escreve, ainda, sobre “incompetência” e “corrupção”.

Analisemos.

Escreveu Serra no Twitter em 12 de janeiro: “Enquanto a Saúde no Brasil vai muito mal, como mostram todas as pesquisas, Ministério da Saúde está paralisado pela briga fisiológica.”

Será que ele se esqueceu que, sob sua gestão, o Brasil teve altos índices de dengue o que lhe rendeu o nada honroso apelido de Ministro da Dengue? Dados confirmam que em 2001, como ministro da Saúde e que na propaganda era o “melhor ministro da Saúde da história”, ele gastou R$ 81 milhões em propaganda e apenas R$ 3 milhões em campanhas de combate à dengue. Como parte do plano econômico, demitiu seis mil “mata-mosquitos” contratados para eliminar os focos do Aedes Aegypti (transmissor da dengue). Resultado: em 2002 o estado do Rio de Janeiro, o mesmo que está submerso na tragédia das águas, registrou 207.521 casos de dengue, com 63 mortes.

Sobre o fisiologismo, a disputa de cargos sempre existiu. Inclusive nos oito anos de FHC. E não só lá. Tanto que o fisiológico José Serra optou por apoiar Gilberto Kassab para o cargo de prefeito de São Paulo em 2008, mesmo com o seu partido – o PSDB – tendo Geraldo Alckmin como candidato. A opção, que Serra acreditou ter sido a melhor, mostra agora seu erro estratégico. Ele está isolado dentro de seu próprio partido o que, certamente, gera a necessidade de maior consumo de antiácidos e digestivos em geral para o nosso ex-governador.

Mas o destemido José Serra, sobre as chuvas, em 16 de janeiro, ataca: “As tragédias não serão atenuadas com o gogó. Não bastam anúncios, como os feitos pelo gov. Lula-Dilma há 1 ano e nada acontecer”.

Obviamente que os estragos da enchente aqui em São Paulo são menores, mas existem e matam. Ano passado foi São Luiz do Paraitinga e boa parte do Vale Histórico. Este ano, Jundiaí e Mauá. Será que em 16 anos de governo, o PSDB não poderia ter sanado o problema das enchentes? E o caso da São Paulo governada (?) por Kassab (apoiado por ele)? Melhor eu parar por aqui…

Serra volta ao Twitter em 19 de janeiro para gritar: “Como eu disse mil vezes o PT destruiu a Funasa e a Anvisa, com fisiologismo, corrupção e incompetência”.

E aí, governador… Aliás, ex-governador… O que o senhor tem a dizer sobre o Banespa? E sobre a “entrega” da Nossa Caixa ao Banco do Brasil? E a Cesp? E tantos outros esqueletos no armário tucano? Melhor nem comentar, não é mesmo? O PSDB dilapidou o patrimônio do povo paulista sempre com a visão privatista-neoliberal-caolha que o senhor e seus asseclas trabalharam.

Serra retorna ao Twitter, enfim, para criticar os juros e o Copom no dia 20 de janeiro: “Os juros reais brasileiros,que já eram os mais altos do mundo,cresceram mais.Até agora,esta foi a medida mais importante do atual governo.”

Concordo que os juros no Brasil estão, realmente, abusivos e há, certamente, uma tendência inflacionária. O Comitê de Política Monetária (Copom) aumentou, nesta semana, a taxa de juros para 11,25% (*). Mas mesmo sendo um índice alto, durante o governo FHC do qual Serra participou ativamente (tanto que impôs sua candidatura em 2002), nunca tivemos tal índice. A taxa do Copom mais baixa foi um 15,25% em fevereiro de 2001, sem que nos esqueçamos dos absurdos 45% de março de 1999 (que os tucanos vão botar a culpa na crise das bolsas da Rússia e da Ásia no período de 1997 a 2000). O governo FHC entregou a Lula, em janeiro de 2003, um índice de 25%. Apenas para que o leitor tenha referência, durante a crise econômica vivida pela Europa e Estados Unidos em 2008, o índice máximo que o Copom atingiu foi 13,75%.

É por essas e por outras, que José Serra demonstra, cada vez mais, ser um político em final de carreira. Novamente derrotado nas urnas (perdeu de Lula em 2002 e de Dilma em 2010), comporta-se como um mal perdedor. Com o devido respeito, de índole má, age com o fígado, é amargo e parece torcer para que tudo dê errado. Dá a sensação de que ele quer sorrir matreiramente e, ao final de tudo afirmar do modo mais tosco destinado aos perdedores, “eu não disse…”

Antes que os censores tucanos de plantão me ataquem, afirmando que Serra está fazendo o discurso de oposição, questiono: por que ele não faz propostas reais, uma espécie de governo paralelo? Por que ele não faz uma oposição no campo das ideias? Por que ele não aprende até com “caciques” de seu partido? Que ele seja crítico, ok. Mas ele deixa claro, nestas e noutras mensagens, que quer que tudo vá para o inferno. Quem perde não é a Dilma ou o PT. Perdemos todos, ele incluso.

(*) Com informações do Banco Central do Brasil

Chuvas: as 24 horas de Alckmin e os 20 anos de tucanato 9

Chuvas: as 24 horas de Alckmin e os 20 anos de tucanato

por Sylvio Micelli

Para mim existem dois tipos de frase: as frases de efeito, marcadas pela inteligência, sarcasmo, perspicácia e, geralmente, pedagógicas, e as frases-defeito, que são ditas, normalmente sem pensar e que entram para a história pela futilidade, tolice ou falta-do-que-dizer de seus emissários, tal como um corolário que decorre de um teorema.

O recém empossado governador paulista Geraldo Alckmin protaganizou tal ato falho nesta semana, quando o estado de São Paulo e boa parte do País estão submersos diante do descaso do poder público, aqui ou alhures. O roteiro das chuvas se repete. Um ano atrás, casas rolaram morro abaixo no Rio de Janeiro, córregos inundaram São Paulo e a região de montanha, paulista ou fluminense, volta a contabilizar seus mortos. Mudaram-se os palcos – as cidades atingidas são diferentes; mudaram-se os atores – os mortos são outros; mas os produtores da tragédia são sempre os mesmos. Um ano atrás escrevi, ironicamente, que “São Pedro é o eterno culpado“.

Alckmin afirmou que “obras não ficam prontas em 24 horas”. Acredito que para solucionar os problemas, então, devemos chamar o Jack Bauer, protagonista da série de TV “24 horas”.

O “novo” governador não pode usar nenhuma das duas desculpas esfarrapadas, comuns a quem assume cargos no Executivo. Não pode alegar que desconhece o problema, pois é a terceira vez que assume o mandato e se terminá-lo em 31 de dezembro de 2014, terá sido o segundo governante há mais tempo no poder, só perdendo para o histórico (para o bem ou para o mal), Ademar de Barros.

Pior ainda… Alckmin não pode alegar que herda uma “herança maldita”, afinal o seu partido está no governo de São Paulo há 16 anos e, ao final de seu mandato, terá completado duas décadas. Ou seja: se houver alguma herança bendita ou maldita, ela terá sido gerida no próprio tucanato.

Ou seja: é bem verdade que “obras não ficam prontas em 24 horas”, mas pouco tem sido feito pelo governo do PSDB e mesmo na cidade de São Paulo, em relação às chuvas que sempre acontecem nesta época do ano e sempre matam. As desculpas são as mesmas: ‘que a quantidade de chuva foi além das expectativas’, ‘que foram aplicados X reais na construção disso ou daquilo’, mas solução que é bom, ainda estamos por aguardar.

Um outro fato que devemos levar em consideração é a parcimônia de boa parte da mídia em relação às chuvas. A mesma mídia que batia em Luiza Erundina e em Marta Suplicy – com seus defeitos e qualidades – não aparece agora com a mesma sanha inquisidora em relação aos atuais governantes. Faz uma cobertura pífia, num misto de drama pessoal e resignação por “culpa” da natureza. “Esquecem” de responsabilizar o governante da vez.

De tudo isso resta-nos torcer para:

1. que o poder público e suas diversas instâncias não sejam cúmplices de mais mortes, evitando construções irregulares e, principalmente, fazendo uma política habitacional decente para que as famílias não precisem ficar junto a morros, córregos ou rios;

2. que o poder público e suas diversas instâncias façam uma operação conjunta para a solução dos problemas. Municípios, Estados e União devem estar, efetivamente, juntos no combate às enchentes. Do contrário estaremos contando novos mortos a cada início de ano;

3. que a população – também com sua parcela de responsabilidade – não jogue lixo nas ruas, mesmo os “mínimos” detritos, e muito menos em córregos e rios.

Vale a pena sempre lembrar a lição que Einstein nos deixou: “Quando agredida, a natureza não se defende. Apenas se vinga.”

E espero que em 2012, não tenha mais que escrever sobre chuvas, exceto em poemas, posto que são belas e altamente inspiradoras.

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